Times do basquete e de vôlei do Sesi fazem jogo festivo em São Paulo

Exemplo pelo esporte é o que vale, afirma Skaf no desafio entre os times mantidos pelo Sesi

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Durante o confronto amistoso entre os times de basquete e vôlei do Sesi-SP, disputado nesta segunda-feira (13 de novembro), o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, destacou o exemplo representado pelos atletas em quadra. 

“O que vale é o exemplo de educação e de saúde através do esporte”, afirmou. Skaf disse que torceu pelos jogadores de basquete, que eram "os mais fracos" – já que estavam em desvantagem porque a disputa foi de um set de vôlei. Deu a lógica: 25 a 13 para o time de vôlei.

Skaf destacou também a infraestrutura fornecida pelo Sesi-SP ao vôlei, inclusive com a recente duplicação da capacidade de público do ginásio da Vila Leopoldina. 

“Também estamos dando toda a força para o basquete”, modalidade em que o Sesi-SP ingressou este ano. “Em breve vamos anunciar um reforço importante. E o Sesi Franca Basquete foi vice no Campeonato Paulista. Estamos indo bem na Superliga de vôlei também”

Alexandre Pflug, diretor de Qualidade de Vida do Sesi-SP, concorda com William. “Jogar do lado da torcida, no ginásio em que se treina, é mais fácil que jogar num ginásio estranho, o que aconteceu nas duas últimas temporadas.”

O jogo

Como já era de se esperar, não seria fácil para os atletas do Sesi Franca Basquete enfrentar o time de vôlei do Sesi-SP. O placar de 25 a 13 no set desafio deixou nítida a ausência de alguns fundamentos dos meninos de Franca, mas também demonstrou alguns detalhes curiosos, como o bom posicionamento para o bloqueio.

Depois da partida, o capitão do time de basquete, Léo Meindl, disse que vai ter troco, quando a disputa for em sua modalidade. “Vamos esperá-los para ganhar no basquete.” Isso vai ter que esperar o fim da Superliga e talvez fique para janeiro. “Mas com certeza vai ter a revanche, sim”, afirmou Alexandre Pflug.

Com um aquecimento geral das equipes, logo de cara foi possível ver as expressõess de incômodo do grupo francano, principalmente nas manchetes. Aquecidos, o técnico Rubinho reuniu os atletas do basquete e já começou a passar as primeiras instruções. Helinho também conversou com os seus atletas e escalou o vôlei em uma formação diferenciada.

Mesmo com dois levantadores em quadra e todo mundo passando por todas as posições, os meninos do vôlei do Sesi-SP deram trabalho para Léo Meindl, Coelho e companhia. 

William, pelo lado do vôlei, chamou o líbero Pureza num ataque e foi feliz, enquanto Léo Meindl defendia as bolas no fundo de quadra e garantia alguns contra-ataques para o basquete.

Ousado e ligado na marcação, o ala pivô Gruber subiu no bloqueio, encarou o ataque do vôlei e pontuou. Elogiado pelo time adversário, o atleta passou a ser um dos destaques do basquete no desafio. 

Outra peça que chamou a atenção foi o técnico Rubinho. Chamado para o jogo, o treinador do vôlei deu um peixinho na quadra ao defender uma jogada que iniciou com um saque do Helinho, técnico do basquete, que também jogou.

Reforço para os mirins

"Vai estimular muito as crianças", disse Pflug sobre a contratação do campeão olímpico Marcelo Negrão para treinar as crianças que fazem vôlei no Sesi-SP. “Todas as crianças que fazem vôlei vão passar por uma avaliação dele, uma capacitação e um acompanhamento".

O atleta disse que vai transmitir aos jogadores mirins os conceitos do vôlei, prestar atenção ao posicionamento das crianças, à forma de fazer as jogadas. “Tem que ter paciência, jeito para lidar com a molecada. Gosto muito de ensinar. Entrei no momento correto", disse Negrão.


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