OS VELHOS E BONS TEMPOS PRECISAM VOLTAR!

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Durante as partidas do Brasileirão, tem sido notória a indecisão dos jogadores que não sabem o que fazer com a bola na maioria das jogadas. Definitivamente, o futebol brasileiro vem perdendo a essência há um bom tempo. Se já não bastasse esse fator, a ousadia e criatividade também andam desaparecidas. Evidentemente, o despreparo psicológico dos atletas brasileiros salta aos olhos. Sendo assim, a maioria dos duelos tornam-se chatos e previsíveis. Muita marcação e pouca criação. O lema é não deixar a equipe adversária jogar. Preza-se em demasia pelo futebol de resultados, deixando de lado o gosto pelo futebol solto e anárquico que animava as peladas de infância. Ah, como está complicado assistir ao esporte mais popular do mundo... Como sempre dizia o saudoso mestre Telê Santana: "ganhar, perder ou empatar faz parte do jogo, o importante é jogar bem, limpo e com classe aliada a dignidade. "Ninguém tolera ver times medrosos com propostas defensivas e praticando o antifutebol.  Em termos de ídolos então, nem se fala! Estão sumidos que nem chapéu velho! Recordo-me dos grandes esquadrões do passado e sinceramente tenho saudades. Times e seleções que desfilavam em campo com nobreza e arrancavam suspiros das platéias do mundo todo. Dava gosto pagar ingresso (ou melhor couvert artístico). Infelizmente, o esporte bretão sofreu uma transformação para pior: muita reclamação, mimimi e pouquíssimo futebol...

TOUR PELO ACONCHEGANTE ESTÁDIO DO DRAGÃO

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Estádio do Dragão está localizado na freguesia de Campanhã, cidade do Porto, atualmente propriedade do FC Porto, sendo neste recinto que a equipe de futebol joga as suas partidas em casa. O Estádio do Dragão foi construído para substituir o Estádio das Antas, que abriu as portas ainda antes em 1952. Foi inaugurado no dia16 de novembro de 2003, num jogo particular com o Barcelona. O resultado favoreceu a equipe portista, pois ganhou por 2 a 0, mas a partida foi marcada sobretudo pela estreia de Lionel Messi, com dezesseis anos, que se tornou um dos melhores jogadores da história do futebol. O estádio teve uma construção conturbada, conflitos entre o presidente do clube, Jorge Nuno Pinto da Costa e o presidente da autarquia Rui Rio, levaram a sucessivas paragens na obra e adiamentos. 

O estádio foi projetado pelo arquiteto Manuel Salgado e custou cerca de 98 milhões de euros. Durante a construção, houve uma viva discussão sobre o nome do estádio. "Estádio das Antas", "Novo Estádio das Antas" e "Estádio Pinto da Costa" foram alguns dos nomes propostos. Pinto da Costa recusou o seu próprio nome e escolheu "Estádio do Dragão", por referência ao dragão que figura no emblema do clube. Em 2004, foi utilizado em cinco jogos da Euro 2004, tendo sido palco inaugural deste grande evento desportivo, num jogo disputado entre Portugal e Grécia no dia 12 de junho, onde a equipe anfitriã foi derrotada por 2 a 1. Aqui também tiveram lugar alguns jogos da fase de grupos, o jogo das quartas-de-final entre a República Checa e a Dinamarca, e a semifinal que opôs a Grécia e a República Checa.

A equipe do Porto é detentora de duas Liga dos Campeões e dois títulos mundias nas temporadas de 1987 e 2004. E conquistou 28 campeonatos nacionais (atual campeão português), sendo o único time do país a conquistar o pentacampeonato nas temporadas 94/95, 95/96, 96/97, 97/98, 98/99.


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.​

TOUR PELO BELO ESTÁDIO DA LUZ

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Em recente viagem para Portugal, tive a honra e o prazer de fazer um tour pelo imponente Estádio da Luz do tradicionalíssimo Benfica.  O estádio é também conhecido pelos benfiquistas como "A Catedral". O novo Estádio da Luz foi inaugurado no dia 25 de outubro de 2003, num jogo amigável contra a equipa uruguaia do Nacional que o SL Benfica venceu por 2 a 1, com Nuno Gomes a bisar. A autoria do projeto do novo estádio é da empresa australiana Populous.

 A arquitetura chega a impressionar pela beleza e a estátua de Eusébio, à entrada do Estádio é magnífica. 

O Estádio da Luz foi o palco da final da Eurocopa de 2004 entre Portugal e Grécia vencido pelos gregos pelo placar de 1 a 0 e recebeu três jogos da fase de grupos e um das quartas de final. No dia 7/07/2007 deu-se a cerimônia das Novas Sete Maravilhas do Mundo no Estádio da Luz. A 20 de março de 2012 o Comité Executivo da UEFA anunciou que o Estádio da Luz iria receber a Final da Liga dos Campeões da UEFA de 2013–14, o que veio a se concretizar depois.A final foi vencida pelo Real Madrid pelo placar de 4 a 1, após prolongamento, contra o Atlético de Madrid.

A equipe benfiquista é detentora de dois títulos da LIga dos campeões da Uefa (60/61 e 61/62) e 36 campeonatos nacionais. 

A  Águia Vitória é a mascote do Sport Lisboa e Benfica. Antes da apresentação da equipa em casa costuma sobrevoar o Estádio da Luz e aterrar sobre o símbolo do clube (sem a águia) completando-o. 



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CRÔNICA DA COPA DO MUNDO: TENTANDO ACERTAR O PASSO USANDO MIL ARTIFÍCIOS!

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Quanto a anfitriã Rússia, saiu do Mundial de cabeça erguida. Deu uma verdadeira lição de dignidade e coragem. Enfrentaram seus oponentes com uma disposição ímpar muito bacana de se ver. O fato de ter ficado entre os oito melhores, merece aplausos!


E a Alemanha? Pois é, todos apostavam que igualaria o Brasil em número de conquistas. Mas dentro de campo o que se viu foi uma equipe desorganizada, mal preparada técnica e fisicamente. Os germânicos caíram vergonhosamente na primeira fase. Ficando na lanterna do Grupo F... Ossos do ofício! Quem sabe aprendem a ter mais humildade!

E os espanhóis? Muito toquinho de lado e pouca objetividade. Resultado: eliminação precoce!

Já os asiáticos fizeram bonito. Tanto Japão quanto Coréia do Sul lutaram bravamente demonstrando acima de tudo disciplina, obediência e organização tática. Os nipônicos quase eliminaram os belgas nas oitavas. Os sul coreanos desclassificaram os alemães na primeira fase. O problema dessas duas seleções é a inocência. Mas já podem ser consideradas campeãs...

Os africanos não conseguiram transpor a fase de grupos pela 1ª vez na história. Mas mostraram-se mais organizados e conscientes taticamente em campo... Seria um sinal de avanço?

E Los Hermanos? De novo saíram com o rabo entre as pernas. Nem o gênio Messi foi capaz de conduzir sua seleção a uma colocação melhor na Copa. Cá entre nós, um time desorganizado, com defesa vulnerável. Jogaram na base do coração e nada mais...

Os uruguaios sempre serão exemplo de raça, dedicação e amor a pátria. Jogaram com muita responsabilidade, organização e persistência. Parabéns celeste olímpica!

Puxa vida, Peru e Colômbia mereciam sorte melhor. Eta povo lutador! Coração na ponta das chuteiras e sangue latino nas veias.

Espera aí, e o Brasil? Bola para frente que atrás vem gente!

França e Croácia merecem disputar o título. Afinal de contas, ninguém chega à final da Copa de graça. Cada uma tem suas qualidades e defeitos. Que vença a melhor!

França = juventude e técnica aliada a velocidade.

Croácia = disposição de sobra.

Bélgica = força física, conjunto e inteligência.

Inglaterra = eficiência e concentração.



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A COPA DO EQUILÍBRIO ALIADO A PERSEVERANÇA

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​Restam oito partidas para conhecermos o campeão mundial. Sem sombra de dúvidas, a 21ª edição da Copa do Mundo é uma das mais equilibradas da história.

A maior parte dos duelos tem sido bons e emocionantes. Claro que a tática e o preparo físico tem prevalecido. Mas a perseverança das seleções são notórias.

Com certeza, nesta reta final será preciso aliar equilíbrio emocional a lampejos de sabedoria e objetividade.

Claro que poderemos ter um campeão inédito, afinal de contas futebol não é ciência exata e nem um pouco previsível. Longe disso...

Equipes tradicionais como a tetracampeã Alemanha (54/74/90 e 14), a bi Argentina (78/86) e a campeã Espanha (10) deram adeus precocemente.

Diga-se de passagem, merecidamente.

Não demonstraram nem um pingo de organização na minha concepção.

Creio que o campeão mundial será o Brasil, França ou Uruguai. Posso estar redondamente enganado. Respeito muito os demais, mas na hora h a camisa pesará.


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.

História, craques, ranking e grana...

Por que chave do Brasil no mata-mata da Copa é muito mais difícil

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De um lado, dez títulos e 16 finais de Copa do Mundo. De outro, apenas duas taças e três decisões. Mas a história em Mundiais não é o único critério que mostra o desequilíbrio das chaves do mata-mata na Rússia: seja pelos craques, o ranking da Fifa ou mesmo dinheiro, há muita mais força em grupo do que no outro – pior para BrasilFrançaArgentina e cia...

Os confrontos entre Uruguai x Portugal, França x Argentina, Brasil x México e Bélgica x Japão, que definirão um finalista, reúnem dez títulos mundiais – cinco brasileiros, dois uruguaios, dois argentinos e um francês. Já em Espanha RússiaSuécia x SuíçaColômbia x Inglaterra Croácia x Dinamarca, apenas duas conquistas – uma espanhola, outra inglesa.

Em decisões, a história do primeiro grupo é de novo bem maior, com 16 x 3. São sete finais do Brasil, cinco da Argentina e mais duas de Uruguai e também França. Já do outro lado, além das experiências únicas de Espanha e Inglaterra, a Suécia é a única outra a ter decidido uma Copa, uma vez.

O presente, contudo, também favorece as seleções com mais “camisa” nos Mundiais. Considerando, por exemplo, o ranking da Fifa, a posição média das equipes da mesma chave do Brasil seria o 14º lugar, sendo que o Japão é o único time fora do top 15. Já do outro lado, 21º posto, com apenas dois times entre os dez mais bem classificados.

Com a líder Alemanha eliminada, a melhor colocação é a do Brasil, segundo colocado no ranking, seguido pela Bélgica, terceira; Portugal, quarto; e Argentina, quinta; todas na mesma chave. Já do lado oposto, a seleção mais bem ranqueada é a Suíça, no sexto lugar, e depois a Espanha, décima.

O valor dos elencos de cada seleção das oitavas de final também desequilibra as duas chaves. Uruguai, Portugal, França, Argentina, Brasil, México, Bélgica e Japão têm times avaliados em 4,54 bilhões de euros (R$ 20 bilhões), quase 40% a mais que Espanha, Rússia, Suíça, Suécia, Colômbia, Inglaterra, Croácia e Dinamarca, que somam 3,25 bilhões de euros (R$ 14 bi).

Ainda nas cifras, apenas 12 jogadores no mundo têm avaliação superior ou igual a 100 milhões de euros no site especializado “Transfermarkt”. Nove deles estão do lado de Brasil, França, Argentina e cia; e só dois do outro – e um, Mohamed Salah, já foi eliminado com o Egito na primeira fase.

As duas maiores avaliações são de um brasileiro, Neymar, e um argentino, Lionel Messi, possíveis rivais em uma semifinal na Rússia e avaliados em 180 milhões de euros (mais de R$ 800 milhões). Já do outro lado, apenas dois ingleses integram esse grupo, Harry Kane, quarto jogador mais caro do mundo (150 milhões de euros), e Dele Alli (100 milhões).

As oitavas de final da Copa da Rússia começam neste sábado, às 11h (no horário de Brasília), com França x Argentina, jogo da chave mais forte. No mesmo dia, às 15h, pelo mesmo lado, se enfrentam Uruguai e Portugal. Já o agrupamento oposto tem seus confrontos se iniciando no domingo, também às 11h e 15h, respectivamente com Espanha x Rússia e Croácia x Dinamarca.

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.

HERÓI OU VILÃO?

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Porque nós brasileiros temos a mania de menosprezar os ídolos do esporte e enaltecer as vezes políticos safados? Uma pergunta complexa de ser respondida... Acho tudo muito injusto. Claro que o futebol é apenas um jogo e temos problemas mais importantes a serem equacionados no nosso país. Pensando no Neymar, que a princípio seria o único ídolo do esporte nacional, anda despertando na maioria da população ódio e desconfiança do seu talento e capacidade de decidir jogos à favor da seleção. Criticar e julgar é fácil. Mas precisamos acima de tudo, nos colocarmos no lugar dele. Muita responsabilidade, o craque carrega um fardo pesado nas costas independentemente dos seus ganhos. Começo a achar que a sua carreira é mal gerida. Infelizmente, ele acaba se perdendo emocionalmente e abre brechas para ser crucificado de maneira exagerada. Neymar não precisa dar ouvidos a ninguém. Basta fazer o que sabe e chega de mimimi...


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.

A seleção da Argentina e as confusões diplomáticas antes da Copa

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​O primeiro jogo da seleção da Argentina na Copa do Mundo de 2018 será contra a Islândia, no dia 16 de junho. Desde 30 de maio, o time está em Barcelona. Na cidade, treina nas dependências do mesmo clube em que o argentino Lionel Messi é a principal estrela. Mas além das expectativas comuns que rondam a preparação de uma das principais seleções do mundo — como qual será o time titular escalado, lesões de jogadores e o esquema tático —, a equipe argentina se envolveu em questões que extrapolam o futebol.

O conflito Israel-Palestina nas semanas que antecedem o Mundial, as seleções aproveitam para realizar partidas amistosas, como forma de preparar os atletas e fazer ajustes no time. E a Argentina não é exceção: em 29 de maio, jogou contra o Haiti e venceu por 4 a 0, em Buenos Aires. Antes de rumar à Rússia, país-sede da competição, estava planejado um grande desvio de rota: uma viagem na quinta-feira (7) para Israel, onde jogaria contra o time da casa, no último amistoso antes da Copa. As seleções de Israel e do Haiti não se classificaram para o Mundial. E é justamente esse amistoso contra Israel que somou críticas de alguns países. A partida estava planejada para acontecer em Jerusalém, cidade central para disputas políticas em toda a região do Oriente Médio. Depois de pressão política, a seleção argentina cancelou o amistoso.

Para quem foi contra a ida da seleção argentina, o jogo seria uma forma de endossar Israel, que veem como um Estado violento e repressor da população palestina. Os críticos defendem sanções contra Israel, não um evento de visibilidade internacional. Afirmam ainda que o amistoso teria fins políticos, como parte de celebrações pelos 70 anos da fundação do país. O estádio onde ocorreria a partida se localiza numa área onde havia um vilarejo palestino antes de 1948. Os ingressos para a partida esgotaram em poucos minutos de venda. Estava programada ainda uma visita de Lionel Messi ao Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém. O muro é o monumento mais sagrado para o judaísmo. Messi já esteve no local, em 2013. Antes do cancelamento, o chefe da Associação Palestina de Futebol, Jibril Rajoub, pediu que fãs palestinos queimassem fotos de Messi e camisas com o nome do atacante, caso ele jogasse contra a seleção israelense. Originalmente, o jogo seria na cidade de Haifa, longe da fronteira com a Palestina. O governo israelense apoiou a mudança para Jerusalém. Antes de cancelar o amistoso, a Associação do Futebol Argentino disse que a seleção estava “completamente” alheia às questões políticas entre os dois países e que era um “disparate” a visão de que, por jogar contra Israel, sinaliza apoio a um lado do conflito. Houve um protesto nesta terça-feira (5) em frente ao centro de treinamento onde está a seleção, em Barcelona. Os manifestantes pediam que o time não jogasse o amistoso contra Israel. No mesmo dia à noite, a seleção argentina anunciou o cancelamento. Pesou o receio de que houvesse algum ataque ou hostilidade a Messi ou aos demais atletas, mesmo com pedidos do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netaynahu, ao presidente da Argentina, Mauricio Macri, de que o jogo acontecesse.

Tanto Israel quanto a Palestina reivindicam Jerusalém como sua capital. Recentemente, em maio de 2018, os Estados Unidos transferiram sua embaixada em Israel da cidade de Tel Aviv para Jerusalém. Essa medida é vista pela Palestina e por outros países de maioria árabe como uma provocação da maior potência do mundo, dificultando diálogos de paz entre os dois lados. Houve protestos na Palestina e em diversas partes do mundo. No dia da inauguração da embaixada, pelo menos 60 palestinos foram mortos na Faixa de Gaza por forças israelenses, na região próxima da fronteira. Segundo os manifestantes, foi violência desproporcional. Segundo o governo israelense, foi uma ação legítima para defender o próprio território. Nos dias seguintes, os governos do Paraguai e da Guatemala também transferiram suas embaixadas no país para Jerusalém.

fonte: nexojornal

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.

Os 100 jogadores mais valiosos das 5 grandes ligas antes da Copa do Mundo

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Harry Kane é o jogador com maior valor de transferência entre os que jogam nas Big Five ou Top 5, com o valor estimado pelo algoritmo do CIES Football Observatory em € 201,2 milhões, deixando Neymar na segunda colocação, muito provavelmente em função de sua cirurgia.

O atacante do Tottenham teve uma temporada brilhante, realmente, deixando para trás outro nome que prometia muito, também do PSG, como Neymar: Mbappé.

Esse levantamento é interessante também por sair a poucos dias do jogo inaugural da Copa do Mundo 2018 e vale comparar com o levantamento do Football Observatory feito três semanas atrás (aqui), se não todos, ao menos alguns nomes, a começar pelo líder em valor, que na performance foi o 12º melhor colocado.

Nessa lista temos apenas 10 brasileiros, novamente um número muito baixo quando comparado com levantamentos anteriores. No caso das melhores performances foram também 10 brasileiros, com Neymar fora devido à cirurgia, claro. Os brasileiros dessa lista, dois dos quais são goleiros:

2º - Neymar

12º - Philippe Coutinho

15º - Roberto Firmino

16º - Gabriel Jesus

21º - Ederson

53º - Fabinho Tavares

57º - Alisson

67º - Casemiro

72º - Paulinho

88º - Marquinhos

O único da lista não convocado para a Seleção que vai disputar a Copa do Mundo é o lateral Fabinho Tavares, do Liverpool.

Interessante, também, que os 10 mais valiosos são de seis diferentes nacionalidades:

- 2 ingleses: Kane e Alli;

- 2 belgas: de Bruyne e Lukaku;

- 2 argentinos: Messi e Dybala;

- 2 franceses: Mbappé e Griezmann;

- 1 brasileiro, Neymar, e 1 egípcio, Salah.

A França é o país com mais jogadores na lista: 16.

Cristiano Ronaldo é o mais velho e Donnarumma é o mais novo.

Ederson é o goleiro mais valorizado da lista.

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.

A suspensão de Guerrero

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O jogador peruano Paolo Guerrero, capitão da seleção do Peru e atacante do Flamengo, está fora da Copa do Mundo e pode não voltar a jogar pelo clube carioca, com o qual tem contrato até agosto deste ano. Condenado por doping em dezembro de 2017, o atleta teve a pena de seis meses aumentada para 14 meses em decisão final do TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) na última segunda-feira (14). Com a punição estendida, Guerrero fica impedido de atuar pela seleção peruana na Copa do Mundo da Rússia, que começa em 14 de junho. “Às pessoas que contribuíram para esta vergonhosa injustiça, digo que estão me roubando a Copa do Mundo e, talvez, minha carreira”, disse o jogador de 34 anos a uma emissora peruana. “Espero que consigam dormir em paz”, concluiu. Guerrero era um dos principais nomes da seleção peruana, que não se classificava para uma Copa do Mundo desde 1982, há 36 anos, quando saiu derrotada logo na primeira fase da competição. Jornais peruanos reagiram à decisão com mensagens de lamento (“Sonho destroçado”, manchetou o diário Expreso) e incentivo ao resto da equipe (“Então colocaremos onze Guerreros”, estampou o Publimetro).

Na sua decisão final, o TAS entendeu que o jogador “não tentou melhorar sua performance ingerindo a substância proibida”. Apesar disso, a corte máxima considerou que o jogador “teve em parte culpa ou negligência, ainda que não significantes, e que ele poderia ter tomado medida para se prevenir de cometer a violação”. O tamanho da pena determinada pelo TAS no caso Guerrero causou um debate no meio jurídico e esportivo, motivado sobretudo pela diversidade de decisões em casos de doping pela mesma substância no passado, seja no futebol ou fora dele.

Para Jucá, falando especificamente do caso do jogador Paolo Guerrero, “a pena de 14 meses é até uma grande vitória”, considerando o que diz o Código Antidoping. “Eu digo isso de uma perspectiva de quem atua na área. Mas para quem olha de fora e não conhece esse procedimento jurídico sobre doping vai mesmo achar a pena um absurdo”, diz.  O processo de julgamento de doping internacional, seguido no Brasil pelo Tribunal de Justiça Desportiva Antidoping, acaba ainda por gerar um “grande conflito” com a legislação nacional. “As regras do Código Mundial Antidoping são cruéis, injustas e são bem diferentes da forma que o Direito brasileiro lida com quem cometeu um crime no país”, diz.

fonte: nexojornal


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.