Atum em água ou óleo?

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Dúvida frequente no consultório: "Atum em lata pode? Se sim, em óleo ou em água?"
Sabemos que devemos evitar o consumo de alimentos enlatados, principalmente pelo fato de a última película das latas - justamente a que fica em contato com o alimento - ser um filme plástico, o qual é rico em toxinas como os fitalatos e bisfenol A (os quais são tóxicos, cancerígenos e bagunçam nossa produção hormonal como ninguém ).
Mas na correria do dia-a-dia, ele acaba sendo um super quebra-galho.
Pois bem, levando tudo isso em consideração, na hora de consumir atum ou sardinha em lata, prefira sempre o EM ÓLEO!

Sabe por quê?

Pois o plástico e suas toxinas tem afinidade por alimentos proteicos e gordurosos. Quando o atum(ou a sardinha) está conservada em água dentro da lata, toda essa toxina fica retida no peixe. Já se ele está conservado em óleo, boa parte dessas substâncias ficam no óleo, que, obviamente, será desprezado antes do consumo, minimizando essa contaminação.
Daqui pra frente, faça assim: compre atum/sardinha conservadas em óleo "comestível" e no momento do consumo, escorra bem esse peixe, enxague em água corrente e então retempere ao teu gosto. Com uma colherada de leite de coco, sal, pimenta e cebolinha fresca fica especialmente gostoso. 

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CONHEÇA A RECEITA DE BRIGADEIRO QUE EMAGRECE!

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​Feito a partir da biomassa da banana verde, o doce oferece diversos benefícios à saúde.

Brigadeiro emagrece? O senso comum de que tudo que é bom engorda ou faz mal, acaba de cair por terra com a nova forma de se consumir banana. A biomassa preparada a partir da banana verde constrói prebióticos, componente famoso por ajudar o intestino trabalhar corretamente, pois contém um amido resistente, fonte de energia que funciona como alimento para as bactérias intestinais benéficas.

Desta maneira, ocorre uma manutenção perfeita da integridade da mucosa do intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Quando verde, a banana apresenta, ainda, baixa concentração de frutose, mas preserva seus sais minerais e vitaminas, o que ajuda as pessoas que querem manter a forma — pois o amido resistente dificulta a absorção de gorduras — e pode ser facilmente aplicada em receitas. Além de ser saborosa, a banana verde ainda pode ajudar na redução de peso e do colesterol, e controlar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia).

Pensando em todas essas vantagens, foi criada a receita de um saboroso brigadeiro, utilizando biomassa de banana verde. Confira:

Brigadeiro de Biomassa de Banana Verde

Biomassa de Banana Verde (rendimento: +ou- 100g):

Ingredientes:

  • 4 Bananas bem verdes de qualquer variedade
  • Água

Modo de preparo:

Lavar bem as bananas com esponja e detergente, cortar as pontas sem deixar aparecer a polpa. Em seguida levar em uma panela de pressão com água fervendo, suficiente para cobrir as bananas. Contar 10 minutos a partir do início da pressão da panela. Deixar o ar sair e a panela perder a pressão sozinha. Separar as cascas das polpas e levar apenas as polpas bem quentes para processar até que fique uma massa homogênea. Para ajudar processar pode-se utilizar água desde que seja bem quente.

Obs: Nunca utilizar a água do cozimento das bananas para misturar à polpa, pois ela contém tanino que escurece a massa.

Leite condensado diet

Ingredientes

  • 400g de leite em pó desnatado
  • 150 ml de água fervente
  • 10 g de xylitol
  • 60 g de manteiga

Modo de Preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador e reservar

Receita de brigadeiro que emagrece

Ingredientes

  • 1 receita do de leite condensado diet caseiro
  • 100g de biomassa de banana verde
  • 80 g de cacau em pó
  • 100g de chocolate diet picado
  • 150g de chocolate diet ralado (usar no lugar do granulado)

Modo de Preparo:

Colocar os quatro primeiros ingredientes em uma panela e levar ao fogo brando mexendo sempre até atingir ponto de brigadeiro comum. Deixar esfriar, enrolar e passar no chocolate diet ralado.

Rendimento: 40 brigadeiros com apenas 40 calorias cada

Custo da receita: 15 reais

Tempo de preparo: 30 minutos


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ALIMENTOS QUE COMBATEM O STRESS

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O stress, tanto físico quanto mental, é uma desordem que afeta parte da população e está associado ao desenvolvimento de diversas complicações na vida das pessoas, como por exemplo: irritabilidade constante, ansiedade, insônia, depressão, exaustão, falta de concentração, imunossupressão, uso excessivo de álcool... Quando o stress ocorre de maneira prolongada é capaz de aumentar o risco de doenças crônicas como cardiopatias, diabetes, obesidade, doenças autoimunes, distúrbios digestivos e até mesmo câncer.

O que nem todo mundo sabe é que a saúde do intestino tem grande influência no sistema nervoso central, uma vez que nossa microbiota intestinal é capaz de estimular sinais cerebrais relacionados à modulação de neurotransmissores que são associados ao controle da ansiedade e do stress.

Além disso, através da alimentação individualizada, de acordo com as intolerâncias, deficiências e necessidades nutricionais de cada individuo, é possível prevenir e até combater o stress crônico.

De maneira geral devemos priorizar:

• Alimentos como couve, brócolis, sementes de gergelim, sementes de mostarda e quiabo, pois são ricos em cálcio, um nutriente importante para o relaxamento muscular;

• Abacate, castanhas, sementes de abóbora, banana, amêndoas e cacau são ricos em magnésio, um mineral que atua na liberação de neurotransmissores como a serotonina e dopamina, importantes para a sensação de bem-estar, diminuição da ansiedade e melhora do humor;

• Ovos e peixes são ricos em vitamina B12, uma vitamina essencial para a saúde do sistema neurológico e para o equilíbrio hormonal, influenciando desta maneira o bom humor e bem estar.

• Sementes de chia, linhaça e nozes são ricos em ômega 3, um ácido graxo importante para a produção de melatonina, GABA e triptofano, substâncias essenciais para o relaxamento, indução e aprofundamento do sono.

Procure um profissional nutricionista para melhor adequação destes alimentos na sua rotina alimentar!

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Conheça alimentos ricos em Vitamina D e seus benefícios

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Você decerto já ouviu falar muito sobre a tal vitamina D. E não sem motivo, já que ela é fundamental para o funcionamento saudável do nosso organismo.

A maneira mais fácil de conseguir vitamina D é gratuita: basta tomar sol. Cerca de 80% do estoque dela no corpo vem com a exposição solar. Apesar disso, pesquisas mostram que a maioria dos brasileiros adultos têm deficiência de vitamina D – sim, mesmo estando em um país tropical e ensolarado! Afinal, por que ela é tão importante, quais os problemas que deficiência acarreta e como preveni-los? Veja só:

1)      A vitamina D é considerada um hormônio esteroide. Na prática, isso significa que ela atua no metabolismo do corpo e desempenha um papel muito importante para a saúde dos ossos e para a imunidade, entre outras.

2)      Entre os problemas à saúde que essa carência pode causar, estão fraturas, infecções, inflamações a até algumas alergias.

3)      Expor-se ao sol três vezes na semana por 20 minutos já é o bastante para ajudar na absorção, especialmente entre 10h e 16h, horário em que há presença de raios ultravioleta B. Mas lembre-se do filtro solar!

4)      Alimentos também são fonte de vitamina D e podem ajudar a manter os estoques abastecidos. Entre as fontes, estão ovos (principalmente a gema), peixes como atum, salmão e sardinha, leite de vaca e derivados, cogumelos (principalmente o Portobello).

5)      Ficar de olho na vitamina D é importante também para evitar diabetes. Um dos papeis dela é ajudar na secreção de insulina pelo pâncreas.

Lembrete: consultar-se com um médico regularmente é essencial para acompanhar sua saúde e obter as melhores recomendações.


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Alimentos anti- inflamatórios e seus benefícios

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A alimentação ocidental é considerada extremamente inflamatória devido à grande presença de alimentos industrializados, ricos em açúcares e aditivos químicos e pobre em verduras, legumes e frutas e, conseqüentemente, com baixo consumo de fitoquímicos e nutrientes de maneira geral. O processo inflamatório vem sendo associado ao desenvolvimento de diversas doenças crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade e até o câncer. Os alimentos anti-inflamatórios atuam reduzindo a produção de substâncias no corpo e minimizam alguns desequilíbrios que ocorrem no organismo provocados pelo processo inflamatório. Conheça alguns alimentos que podem te ajudar a reduzir a inflamação: ⠀

  • Alecrim: rico em antioxidantes como o ácido rosmarínico e ácido caféico, possui ação anti-inflamatória bastante efetiva. ⠀
  • Alho: fonte de alicina, é muito usado para a prevenção de doenças devido ao seu alto poder anti-inflamatório, antimicrobiano e antifúngico. ⠀
  • Abacate: rico em beta-sitosterol, uma substância que age como um anti-inflamatório natural e tem efeitos benéficos no organismo. ⠀
  • Azeite de Oliva: considerado um alimento funcional e anti-inflamatório, ajuda na prevenção da inflamação de órgãos e tecidos e auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares ⠀
  • Cúrcuma: rica em curcumina, possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidante, antibacteriana e digestiva. ⠀
  • Gengibre: pertence à mesma família da cúrcuma e seu principal componente anti-inflamatório é o gingerol. Pode ser utilizado para melhorar a digestão, alívio de problemas respiratórios e prevenir e tratar gripes e resfriados. ⠀
  • Ômega-3: Tipo de gordura considerada essencial, pois nosso corpo não a produz. Tem demonstrado uma variedade de benefícios nas mais diversas doenças inflamatórias, colaborando para a redução de doenças cardiovasculares e na redução da inflamação do organismo.⠀
  • Própolis: devido ao seu alto potencial antioxidante tem capacidade de regular o sistema imune, além de efeitos antimicrobianos e anticancêr.⠀

Para melhores adequações procure sempre um profissional nutricionista para maiores orientações!


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Sorvete Funcional de Maracujá

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Com esse calor nada melhor que um sorvete para nos refrescar e para mantermos a alimentação saudável trago hoje para vocês uma receita funcional e saudável de sorvete de maracujá!

O Maracujá além de ser um calmante natural, a polpa da fruta é rica em vitaminas do complexo B e C, responsáveis entre outras coisas pela manutenção de nossa saúde mental e emocional.

Receita

Ingredientes

1 unidade de maracujá grande.

5 unidade de bananas congeladas sem casca.

2 colheres de sopa de adoçante xilitol, ou de sua preferência.

2 colheres de sopa de chia.

Modo de Preparo

1. Bata o maracujá no liquidificador com 100 ml de água, depois peneire.

2. Em seguida una o suco de maracujá com a banana congelada e o adoçante e bata até ficar com consistência de sorvete.

3. Depois acrescente a chia e misture.

4. coloque em uma vasilha e leve no congelador até endurecer.


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O que é microbiota intestinal e o que ela tem a ver com a saúde?

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Esse termo ficou bem famoso ultimamente – e com motivo. Afinal de contas, a ciência não para de descobrir funções vitais da microbiota intestinal para o nosso corpo. A importância do conjunto de micro-organismos que habitam a parte final do intestino é tão grande que a colônia é considerada um órgão do corpo humano.

Nossa imunidade depende quase que 100% da microbiota intestinal. Isso porque parte dos nutrientes que necessitamos para construir nossas defesas não vem diretamente da comida, mas sim da síntese que as bactérias boas fazem dos alimentos quando eles passam pelo intestino.

É o caso dos ácidos graxos de cadeia curta, obtidos através da metabolização das fibras, da vitamina B12 e vitamina K. Além disso, o intestino em si é o responsável por absorver os demais nutrientes e, se a microbiota está equilibrada, conseguimos aproveitar melhor minerais e outras substâncias importantes para a saúde.

Papel da microbiota no corpo

O intestino, além de participar da digestão, também possui neurônios – na medicina, ele é hoje chamado de “segundo cérebro” – e fabrica neurotransmissores como a serotonina. Responsável pelo bem-estar no cérebro, aqui ela atua no processo digestiva, mas se sabe que há uma comunicação direta entre os dois órgãos.

Fora isso, a microbiota tem ainda papel no peso e no controle dos níveis de colesterol. Ela é importante também para o emagrecimento, pois uma microbiota que está desequilibrada facilita a absorção de lipídios e de toxinas dos alimentos. Aí, ficamos mais inchados e ainda por cima com o intestino funcionando mal: diarreia ou constipação são sinais de que algo está errado.

Dezenas de espécies abrigam nosso intestino, entre bactérias e fungos. Algumas delas são consideradas “do bem”, como os lactobacilos e as bifidobactérias, enquanto a superpopulação de outros tipos pode ser nociva e irritar o intestino, além de provocar desordens pelo corpo. Mas também não dá para demonizar as outras: o segredo para a saúde é justamente a diversidade de bacilos no intestino.

Dicas de alimentos para equilibrar a microbiota

Uma saída para equilibrar esse ecossistema delicado é investir nos probióticos, como os leites fermentados, que contêm os bacilos benéficos. Eles ajudam a repovoar o intestino, mas sozinhos não são o suficiente para manter a paz. É preciso também investir nos prebióticos, ricos em fibras e outros nutrientes que servem de alimento para a microbiota.

Entram aí os cereais integrais, verduras, frutas, oleaginosas e bebidas enriquecidas com fibras. O consumo de produtos lácteos, como o leite longa vida, também está associado a uma microbiota mais equilibrada. Por outro lado, sedentarismo, cigarro e o consumo exagerado de gorduras, álcool e açúcar pioram a situação da colônia.

Para melhores resultados e regulação da microbiota intestinal procure um nutricionista apto para te auxiliar nas mudanças necessárias na sua alimentação.


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Unhas fracas? Como melhorar a alimentação para ajudar

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Um dos desejos de todas as mulheres é sempre manter as unhas saudáveis e fortes. Se você está com as unhas fracas, manchadas ou quebradiças, é sinal de que há deficiência de algum nutriente no seu corpo e o motivo pode estar diretamente ligado à sua alimentação.⠀

Essa deficiência geralmente acontece pela falta de uma alimentação balanceada e nutritiva, o que faz com que os nutrientes responsáveis por deixar as unhas fortes não sejam consumidos em quantidade suficiente.⠀
Veja alguns sinais que geralmente identificam a deficiência e saiba como evitá-la:⠀
• Unhas secas e quebradiças: podem indicar falta de cálcio e vitamina A. Invista em peixes, vegetais de folhas verdes escuras, cenoura, tomate, abóbora, caju e mamão.⠀
• Listras nas unhas: indica falta de vitamina do complexo B. Consuma ovos inteiros, frango, grãos integrais e vegetais verdes escuros.⠀
• Para ter unhas fortes invista em alimentos que contenham biotina e as demais vitaminas do complexo B juntamente com aminoácidos, além das vitaminas C e E. Eles auxiliam o corpo a produzir queratina, aumentando a proteção das unhas. Para isso, adicione em sua alimentação peixes de água salgada, gema de ovo, grãos integrais, laranja, limão, morangos, goiaba, castanhas, nozes e vegetais verdes escuros.⠀
• Unhas com coloração acinzentada e descamação intensa ao redor das unhas: indicam falta de zinco. Aumente o consumo de nozes, frutos do mar, carne vermelha, aves e gérmen de trigo.⠀
• O ferro é outro nutriente essencial. Você pode encontrá-lo em vários alimentos, como: vegetais de folhas verdes escuras, como espinafre, rúcula, almeirão, carnes e ovos.⠀

Procure um profissional Nutricionista para melhor adequação dessas vitaminas na sua rotina alimentar!


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NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO: É NECESSÁRIO COMER POR DOIS?

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​A maternidade é um laço invisível de amor e nutrição que se inicia muito antes do nascimento.

A gestação é um período de grande demanda metabólica do organismo. Para este momento é primordial garantir a saúde da mãe e do bebê, sendo o acompanhamento médico e nutricional, de fundamental importância.

Precisa comer por dois?

O que se come na gestação não é por dois, mas é duplamente importante. Nutrientes são necessários para suprir as demandas da mãe e do feto que, em aproximadamente 40 semanas, se tornará um bebê de cerca de 3kg.

A quantidade e a qualidade da alimentação são fundamentais, sem restrição ou excesso de calorias, pois ambas podem colocar em risco a vida da mãe e do filho.

O peso da gestante

O peso que a gestante ganha não é só do bebê, mas também líquidos e gorduras provenientes da gestação, peso do útero, volume de sangue e etc.  As recomendações para o ganho de peso ideal vão depender do estado nutricional de cada mulher antes da gestação.

É importante que a mulher esteja bem já antes da gestação e, melhor ainda, quando se trata de uma gestação programada, pois o estado nutricional antes e durante a gestação pode refletir no desenvolvimento e saúde não só do feto, mas ao longo da vida desta criança. A falta ou excesso de alimentos e nutrientes adequados, assim como o excesso de estresse e exposição a tóxicos podem refletir negativamente nesta vida.

A necessidades calóricas são individuais

A fonte de nutrientes que o feto tem para garantir seu crescimento vem das reservas nutricionais maternas, além da ingestão alimentar durante este período. A quantidade de calorias de uma gestante só deve ser aumentada após o primeiro trimestre, um equivalente de apenas 300 Kcal, além do que deve consumir uma mulher não gestante. Também deve haver um ajuste na quantidade de proteínas da dieta.

O acompanhamento é individualizado e deve se levar em conta o que a mãe comia antes de engravidar, o seu estado nutricional, as suas necessidades e preferências.

Deve haver um monitoramento dos exames laboratoriais, além de sinais e sintomas que irão mostrar a necessidade individual do uso de suplementos alimentares. Salientando que, mesmo que seja necessária a suplementação, a melhor forma de nutrição ainda são as fontes alimentares, vindas de uma alimentação equilibrada e variada, além de evitar alimentos indevidos.

Durante o primeiro trimestre da gestação, o quadro de enjoos é bastante comum, devido a alterações hormonais. Neste momento é muito indicado que a gestante possa fracionar as suas refeições ao longo do dia, evitando longos períodos de jejum e evitando grandes volumes de alimentos.

As vitaminas do complexo B são fundamentais na gestação, incluindo o ácido fólico que deve ser suplementado já antes da concepção, pois participa da formação do tubo neural.

Vitmiana A, Vitamina D, além de minerais como selênio, cálcio, ferro, iodo, zinco, magnésio e outros têm funções tão específicas que devem ter suas quantidades mantidas dentro da necessidade individual da gestante.

Ômega 3 é um nutriente essencial na gestação inclusive para a função cognitiva do bebê.

Dentro da quantidade adequada, a gestante deve alimentar-se de comidas simples, caseiras, com temperos naturais, alimentos livres de agrotóxicos e também de aditivos químicos (adoçantes, aromatizantes, corantes e conservantes), evitando ao máximo os alimentos industrializados, principalmente embutidos, gordura vegetal hidrogenada, alimentos açucarados e o excesso de refinados.

Alimentos em excesso não são bem-vindos, principalmente na forma de doces e alimentos gordurosos, pois podem dificultar a circulação sanguínea, aumentar a gordura corporal, entre outros problemas. O excesso de sal também deve ser evitado, pois aumenta a pressão arterial, porém não deve ser eliminado, pois frequentemente as gestantes experimentam períodos de queda da pressão, ocasionando tonturas e mal-estar.

A boa nutrição antes e durante a gestação traz benefícios de mão dupla, tanto mãe quanto filho são os contemplados.


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Tipos de Fome

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Nem sempre que sentimos fome, estamos realmente precisando consumir um alimento, não é?Pensando nisso, veja uma breve explicação sobre os tipos de fome para que você os conheça e aprenda a identificá-los.

  • FOME EMOCIONAL: É aquela que surge quando o organismo não precisa de um alimento, mas sente a necessidade de comer, podendo ser resposta a uma tristeza e stress, por exemplo. Está relacionado a sentimentos e emoções no qual a pessoa não consegue lidar, levando a um tipo de conforto e/ou recompensa.
  • FOME HABITUAL: Este tipo de fome está associado com a “vontade de comer”, e não necessariamente a fome. Essa vontade surge por exemplo: ao assistir TV e em um ambiente social e festivo com os amigos. São situações que consequentemente leva a pessoa a ter vontade de “petiscar”. ㅤ
  • FOME MENTAL: Podendo ser chamada também de “fome psicológica”, surge quando a pessoa vê ou sente o cheiro de um alimento apetitoso, e automaticamente pensa que está com fome. Outro exemplo, é quando a pessoa está habituada a comer todos os dias no mesmo horário, o que a faz achar que estar realmente com fome, porém, é só o costume de comer sempre nos mesmos horários. ㅤ
  • FOME ORGÂNICA: É aquela que geralmente vem acompanhada de sinais como fraqueza e dor de cabeça. Este é o tipo de fome que sentimos quando nosso organismo realmente precisa de um alimento.ㅤ

Ao sentir fome, faça um teste! Analise os sinais que o seu corpo está te dando.

Apesar de parecer “simples”, faz toda a diferença no dia a dia, principalmente se você busca uma perda de peso. Esse pode ser um dos motivos que te dificultam a atingir os seus objetivos. 


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