​Liderança: caráter, poder e corporações

Estamos num momento em que líderes, corporações e políticos, numa só frase, é notícia policial.

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"Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder”. Nada melhor do que a frase de Abraham Lincol, o político estadunidense que liderou o país de forma bem-sucedida durante a Guerra de Secessão, preservando a União e abolindo a escravidão, para iniciar esse artigo.

O artigo, chega num momento em que líderes, corporações e políticos, numa só frase, faz parte de notícia de editoria policial. Aliás, convenhamos, esse caso de "atração perigosa" é bem antigo, mas isso é assunto para um outro texto.

Há um ditado que diz: “de um homem tudo se pode esperar, amor, compreensão e corrupção, inclusive de caráter". Mas é possível se manter íntegro em ambiente tão competitivo como o das empresas? Mais uma vez faço uso das palavras de Lincoln: “O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real. “As mais belas qualidades tornam-se inúteis, quando a força do caráter as não sustenta”, disse Théophile Gautier.

As corporações procuram - ou deveriam - por grandes lideranças com autoridade suficiente para comandar ou coordenar, mas de maneira ética e correta para inspirar, motivar e conseguir os melhores resultados da sua equipe. Mas é esse cenário que comumente nos deparamos na empresa? Não é raro encontrarmos lideres ou pessoas que almejam a função que intimidam e tentam controlar os outros. Mas bons gestores agem como pacificadores e neutralizadores. Ao invés de aguçar, acalmam e tranquilizam.

Algumas características dos grandes líderes levantadas no site Administradores: permitem que os outros sejam expressivos em suas opiniões e voltados para desafios e oportunidades; não estão ocupados demais para ouvir e sabem entender as necessidades, desejos e expectativas de cada um; não se sentem ameaçados sem ter o poder e o controle total de uma situação; não temem que seus lugares sejam ocupados, pois sabem que há espaço para mais gente excelente; acreditam em um ambiente de trabalho feliz, saudável e produtivo; dedicam tempo para conversar com cada colaborador sobre as funções, sobre quem eles são e como podem ajudar uns aos outros dentro da empresa; sabem o impacto e o valor da honestidade e da autenticidade; acreditam em parcerias e alianças, criam relações “ganha-ganha”.

Grandes líderes, de verdade, não têm grandes egos e se preocupam com os outros, passam despercebidos na equipe e sempre valorizam os resultados do grupo.

As sabias palavras de Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica, encerram a reflexão: "Onde reina o amor, não há vontade de poder, e onde domina o poder, falta o amor. Um é a sombra do outro."

​Drops da política nacional | Lula X Moro

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Não tinha como não ser diferente. Na coluna de hoje tem política sim senhor, afinal, não podemos ficar aquém de momentos da nossa história que podem definir o futuro do país, para melhor ou para pior. .

Imprensa  X militância

No geral, imprensa e militância do PT fizeram questão de transformar em show ou ringue o depoimento que o ex-presidente Lula deu ao Juiz Sergio Moro. Ficou um Fla X Flu, um Lula X Moro.

Empate técnico

Para alguns deu empate técnico. Em alguns momento Lula usou sua verborragia peculiar e ao invés de provar, atacava com ironias e jogava com palavras que a torcida queria ouvir. Em outros momentos Moro encurralava Lula e deixava o ex-presidente com cara de menino que fez coisa errada.

Lula deu um 7 x 0 pra cima de Moro

Para a militância cega e paga (seja na Imprensa ou fora dela) Lula detonou o Juiz Sergio Moro. Suas ironias seriam verdades que a Lava Jato e a imprensa PIG precisavam ouvir.

Moro detonou Lula

Juridicamente e tecnicamente, para muito, Moro encurralou Lula, deixando-o sempre com aquela cara de menino que fez coisa errada e sobrando o famoso “Eu não sabia”; “Eu não conheço” e “isso era coisa da Marisa”. Utilizar-se desses jargões que sempre deixaram Lula com cara de culpado e ainda jogar a culpa para a saudosa primeira dama foi algo que “entregou” o presidente e fez gerar memes sarcásticos em toda a internet.

A verdade sobre Lula X Moro

Não existe confronto. Existe o judiciário. Apesar de parte da imprensa e a militância desejar esse MMA durante o depoimento, não houve um debate por que o depoimento faz parte de um processo onde Lula já e RÉU e o Juiz Sergio Moro está dando a oportunidade de Lula se defender, o que ele não fez.

Há provas circunstanciais e testemunhais suficientes. O que não há é uma explicação para elas existirem que absolva Lula.

A militância (cega) do PT precisa parar de exigir uma prova cabal da propriedade do triplex por parte de Lula. É constrangedor. Pega mal. A acusação é de OCULTAÇÃO de patrimônio.

Eles querem um papel que tenha a assinatura de Lula. Mas quem disse que qualquer ladrão profissional e, principalmente, de colarinhos brancos vão ter escritura, extrato ou “papel passado” do produto do roubo? Mas algum rastro sempre aparece. E esses rastros estão aí, fazendo suas delações, inclusive pessoas ligadas ao PT. Vide depoimento do marqueteiro petista João Santana, que disse sobre os repasses de caixa 2 que atrasavam durante a campanha de Dilma em 2010. “Nestas oportunidades, tanto Lula como Dilma se comprometeram a resolver o impasse e, de fato, voltavam a ocorrer”, ele declarou. Do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, o publicitário diz ter ouvido que tudo dependia “da palavra final do chefe”, referindo-se a Lula. Foi Palocci quem primeiro lhe perguntou se teria conta no exterior e determinou que os pagamentos, via Odebrecht, seriam feitos por lá “para segurança de todos”. Certa vez, Santana ouviu de Lula, em tom de brincadeira, a pergunta: “E aí, os alemães têm lhe tratado bem?”. Referia-se aos Odebrecht. (Estadão)

Os fins justificam o meio

Eu, como eleitor que fui de figuras do PT, como o próprio Lula, Suplicy e Mercadante - os únicos do Partido dos trabalhadores que ainda não foram presos - creio que a militância (cega) está imbuída de uma ira nada sagrada e acha que os fins justificam os meios. Ou então, alguns, pertencem ao grupo que se beneficiou desses esquemas, direta ou indiretamente . Ou seja, estão legislando em causa própria ou ainda acreditam que exista o PT do estatuto, ou seja, que se preocupa pelo social e faz algo pelo povo, livre de corrupção e sendo a pessoa/partido mais honesto do Brasil.

Conspiração monstruosa

É incrível como a militância (cega) acredita numa conspiração monstruosa, envolvendo uma multidão de promotores, policiais, juízes, repórteres e, principalmente, dezenas de executivos de diferentes empresas com histórias semelhantes, que provavelmente se reuniram antes em um sítio de Ibiúna e combinaram: "OK, pessoal, vamos quebrar nossas empresas, pagar multas de bilhões, devolver todo o dinheiro que roubamos e talvez pegar algum tempo de cadeia, mas desta vez ferramos o Lula, para que nunca mais um nordestino semianalfabeto ouse melhorar a vida dos pobres do Brasil", como disse um leitor do blog do Josias.

Somente Renato Duque devolveu mais de R$ 260 milhões aos cofres públicos. No total da lava a jato já passou de R$ 1 bilhão. Só faltam afirmar que os inimigos políticos é que fizeram os depósitos bilionários para incriminar a alma mais honesta nunca vista nesse país. Haja colírio alucinógeno, diria Simão, o macaco.

Lula, claro, segue cumprindo o roteiro do ator que lhe resta, já que não pode fazer um mea culpa a esta altura dos acontecimentos. Existem atores extraordinários e atores ordinários. Os extraordinários imortalizam personagens. Os ordinários não convencem ninguém, mas conseguem fazer a alegria de sua plateia amestrada.

Mas como diria o grande Fellini (cineasta): "Cinema-verdade? Prefiro o cinema-mentira. A mentira é sempre mais interessante do que a verdade". e parece que militantes (os cegos) adoram levar isso ao extremo.

​Que tal viver uma VIDA MINIMALISTA?

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Você sabe o que é uma VIDA MINIMALISTA? Sabia que há pessoas no mundo todo que adotaram e estão tentando adotar viver uma vida assim?

Como estilo de vida, minimalismo nada mais é do que o princípio de reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos no nosso cotidiano. É reduzir o consumo excessivo.

Você conseguiria viver em outro país e trabalhar nele durante seis meses com seis trocas de roupas e dois pares de sapatos?

Foi o que ocorreu com a participante (eliminada) do Masterchef (BAND) Caroline Martins. Ela foi muito criticada durante sua participação no programa porque usava sempre um vestido azul e um par de botas. (abaixo a explicação que ela deu às pessoas)

Ela, que é Pesquisadora do Instituto tecnológico da Aeronáutica (ITA), resolveu explicar o motivo em suas redes sociais. O relato dela nos surpreende e nos convida a uma reflexão, principalmente para quem sempre está dizendo: “só serei feliz quando (conquistar isso e aquilo e mais aquilo…”? O tempo passa as conquistas vão ocorrendo e você e sua felicidade ficam dependendo de conquistas esporádicas que não têm fim.

Mas por que não ser feliz agora, com o que você é, com o que você tem, ao lados de seus queridos?

Gostei do testemunho de vida dela, que é basicamente deixar as neuras para sustentar aparências. Demolir ditaduras sazonais da moda escravista - há um termo no vocabulário da moda chamado ARMÁRIO DE CÁPSULA, que pede um guarda-roupas sem excessos.. Enfim, o de viver bem consigo é o que vai refletir da sua Alma.

A questão não é deixar de consumir porque, na verdade, é praticamente impossível viver uma vida sem consumo. O consumo faz parte da nossa realidade, gera empregos. Mas isso não significa que não possamos consumir de maneira mais consciente.

​A síndrome de Adão e o ensinamento do apóstolo Paulo

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Há quanto tempo você não reconhece o próprio erro ou vive culpando os outros? Seja no trabalho, na escola, no trânsito, na igreja ou num relacionamento com amigos ou com o parceiro (a). Não, não responda agora! Você pode estar se precipitando.

É certo que cometemos erros... mas reconhecê-los são outros quinhentos! Vejamos uma breve história bíblica para ilustrarmos essa dificuldade de reconhecer o erro e, num outro momento, a grandeza e os benefícios da auto-avaliação.

Adão, aquele criado por Deus, quando caiu em pecado — ele comeu o único fruto que Deus proibira, oferecido por Eva, sua companheira. — se escondeu com medo do que poderia lhe acontecer. Então Deus foi ter com ele no paraíso e lhe disse:

- ...Comeste do fruto de que te ordenei que não comesses?

Adão respondeu:

- A mulher que me destes por companheira deu-me e comi.

“A mulher que me destes”! Com estas palavras Adão queria eximir-se da culpa do fato ocorrido. Mas pensemos: Adão não tinha razão? A serpente enganara Eva primeiramente, e esta por sua vez foi quem ofereceu o fruto a Adão. Mas ficam aqui perguntas a serem analisadas: Adão não poderia ter rejeitado? Um erro justifica o outro?

O erro é sempre do outro

Eis aí a síndrome de Adão. O erro é sempre do outro. Estamos cheios da razão! E neste caso, Adão quis culpar até Deus, “a mulher que Tu me destes” e, claro, a própria Eva.

Um psicólogo disse-se uma vez que o ato de culpar o mundo, as pessoas, o destino e até a Deus por situações difíceis que vivemos, “tem no âmago a insegurança que sentimos em relação às nossas próprias certezas” . Esta insegurança, quase sempre inconsciente, baseia-se no sentimento infantil de onipotência e de perfeição, desenvolvido como instrumento de sustentação de um pseudo equilíbrio.

Culpar os outros e não reconhecer os próprios erros é uma espécie de auto-defesa. Temos medo da avaliação e rejeição das outras pessoas em relação às nossas falhas. E isso tudo acontece de uma maneira natural.

A importância da autoanálise

Bom, sigamos um pouco mais à frente e vamos conhecer a lição que o apóstolo Paulo nos deixou através da carta enviada à Igreja de Coríntios. Com referência à Santa Ceia do Senhor, Paulo escreve.

“Examine-se o homem a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice...”

Estas palavras não necessitam de explicação. Está clara a intenção do escritor. Para participar desta grande festa de celebração que reúne toda comunidade cristã em lembrança ao sacrifício vicário do Senhor Jesus é necessário que cada um analise a si mesmo.

Não é possível comungar do corpo e do sangue de Cristo apontando e culpando os outros, ou seja, achar que só os outros erram e que eles não podem participar da festa ou de qualquer benção de Deus.

E você... quantas vezes já feriu alguém?

O problema é que agimos como Adão e achamos que nunca erramos, que a culpa é sempre do outro. Ninguém quer expor suas limitações e ficar por baixo na relação: Eis outro problema — orgulho ferido.

Como ainda me confessa o psicólogo: “são poucas as pessoas que conseguem enfrentar a realidade de que somos arquitetos do nosso destino e que tudo o que nos acontece é fruto de nossas próprias ações. O amadurecimento individual passa pela consciência de que colhemos o que plantamos e somos os únicos responsáveis pelas nossas alegrias e tristezas”.

Oxalá que ajamos de acordo com as recomendações do grande apóstolo, “Examinar a nós mesmos e assim...”, pois desta maneira, deixaremos de nos comportar como vitimas de uma grande conspiração. E, as coisas chegarão no seu devido lugar. A igreja cresce, o trabalho rende, os amigos se aproximam e o amor toma conta do relacionamento.

O perdão e o reconhecimento são passos para uma vida melhor e mais feliz. Pode crer!

​A força do perdão

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Há uma passagem no evangelho de Mateus que Pedro questiona a Jesus: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. [Mateus 18:21,22]

A conta de multiplicação aqui é simples: 70 x 7 = 490. O número 7 na Bíblia tem significado de totalidade, plenitude, complementação, portanto, o resultado final que se espera desse ensinamento de Jesus é o perdão sem limites, incondicional e capaz de romper a espiral da violência física, espiritual e mental que há por detrás da falta de perdão.

Perdoar, perdoar, perdoar...

Perdoar não é sinal de fraqueza, assim como também não é sinônimo de esquecer. Perdoar não é indiferença.

O perdão deve ser praticado e ocorrer como um ato de vontade verdadeira e de lucidez e acolher o outro assim como ele é, apesar do mal que nos tenha feito. O perdão não consiste em responder a uma ofensa com outra ofensa, mas em fazer aquilo que diz o apóstolo Paulo: “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.

É fácil perdoar alguém que fez mal a nós, à nossa família, aos nossos filhos ou algum ente que nos é querido? Claro que não.

Mas o certo é que o perdão oferece a oportunidade de estabelecer um novo relacionamento com você mesmo e com o outro, de recomeçar a vida e de ter dias melhores em que a dor, o rancor e o mal não falem mais alto.

Quem não perdoa:

· Destrói a Ponte que um dia vai precisar usar.

· Desenvolve um câncer na alma.

· Nunca vai experimentar o milagre da transformação em sua Casa.

· Não tem Paz.

· Abre uma brecha enorme na alma para a depressão.

· Não tem suas emoções conquistadas.

· Vive como um prisioneiro dos sentimentos negativos.

​Dicas do Facebook para identificar notícias falsas

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Já alertei nas minhas diversas redes sociais sobre o perigo de disseminar notícias falsas, principalmente em época de eleição. Só aqui para a minha coluna do Jornal da Franca já escrevi dois artigos sobre o assunto: Por que compartilhamos mentiras? (clique aqui para ler) e Notícias falsas na Internet (clique aqui para ler)

Agora, o Facebook também alertou sobre esse tema por intermédio de uma mensagem, que os usuários da rede receberam ao entrar no feed de notícias. Quem clicou pode conferir as dicas que a rede social de Mark Zuckerberg deixou.

São dicas que com o apoio do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Confira algumas dicas do Facebook de como identificar notícias falsas

Seja cético com as manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Se alegações chocantes na manchete parecerem inacreditáveis, desconfie.

Olhe atentamente para a URL. Uma URL semelhante à de outro site pode ser um sinal de alerta para notícias falsas. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos fazendo pequenas mudanças na URL. Você pode ir até o site para verificar e comparar a URL de veículos de imprensa estabelecidos.

Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se a história for contada por uma organização não conhecida, verifique a seção "Sobre" do site para saber mais sobre ela.

Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Redobre a atenção na leitura se perceber esses sinais.

Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio.

Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas.

Verifique as evidências. Verifique as fontes do autor da reportagem para confirmar que são confiáveis. Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas.

Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa. Se a história for publicada por vários veículos confiáveis na imprensa, é mais provável que seja verdadeira. (ainda assim é importante verificar, vide o que escrevem alguns portais e colunistas (renomados), mas ligados a partidos e políticos e, portanto, com interesses, muitas vezes escusos) <= grifo meu

A história é uma farsa ou uma brincadeira?

Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira. (que tal usar sites como o Boatos.org ou o E-farsas para pesquisar se a notícia é falsa?) <= grifo meu

Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verossímeis.

​Os números atuais das redes sociais no mundo

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Os números crescem, amigos, até quando não sabemos. Há redes sociais para tudo quanto é gosto. Seja para conhecer outras pessoas, uma namorada, um marido ou para conversar de forma mais ágil ou ainda, publicar fotos e gravar um vídeo mostrando todo o seu talento.

O Facebook segue líder absoluto em número de usuários no mundo. A rede social de ​Mark Zuckerberger está antenada com as tendências e hábitos dos usuários e buscando sempre a renovação, (copiando atrativos de outras redes) para que não ocorra algo como o Orkut, o Google Plus e outras redes que já fecharam as portas ou que estão como uma cidade fantasma.

O ranking* abaixo foi elaborado a partir dos dados do portal de estudos e estatísticas Statista. *Há bastante variações de pesquisa para pesquisa.

Ranking das redes sociais mais utilizadas no mundo

Por que as pessoas usam redes sociais?

Hoje as pessoas querem ser mais emissoras do que receptoras. Elas querem projetar no mundo real determinada imagem de si próprias, esperando receber em troca uma “confirmação” de que o mundo se parece com elas. É possível criar fantasias nesse mundo e uma imagem daquilo que gostaríamos de ser. As pessoas gostam de se relacionar e de contar aspectos de sua vida particular às outras e a web potencializou esse comportamento.

​Cliente bom é cliente que reclama

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Cliente bom é cliente que reclama. Convenhamos, nem todo empresário acredita nessa máxima, não é?

Nos tempos de redes sociais - cada cliente tem o seu próprio canal de reclamação - com sites como o Reclame Aqui, muitos ficam bravos quando o cliente usa os espaços para reclamar do produto, do serviço, da marca.

Muitas empresas já possuem o SAC 2.0 e outras o SAC 3.0 e respondem às solicitações e reclamações dos clientes. Mas o que, de fato, a empresa está fazendo com todo esse retorno?

Afinal, o que é feito quando chega uma reclamação? Fica nervoso e com raiva ou aproveita a oportunidade para fortificar a relação com aquele cliente e, principalmente, em casos de reclamação expandida, revê a cadeia criativa (design), produtiva, qualitativa e até de precificação dos produtos e serviços?

Crie indicadores de performance (KPI), faça avaliações internas e acompanhe o que está sendo feito em relação à reclamação. Use um software de CRM pra organizar todo o processo de atendimento. Há, inclusive, opções grátis de CRM na web.

Ouvir o outro é uma arte. Estar disposto a se relacionar e a melhorar processos é o passo seguinte.

E isso vale para empresas, pastores e líderes em geral, que precisam aprender a ouvir membros, clientes e colaboradores. Uma sugestão, um comentário ou até mesmo uma crítica podem fazer a diferença para melhorar a igreja, a marca, o produto.

Infelizmente muitos preferem ignorar, rotular e “banir” das listas de preferências, do círculo de amizades, dos departamentos, dos cargos e das oportunidades de crescimento.

O silêncio que preocupa

Eu sempre digo: o silêncio é ensurdecedor. É isso mesmo. O silêncio também é um brado. Muitos se silenciam por não ter a sua voz ouvida em algum (ns) momento (s) e optam por não falar nada.

Não se atentar e/ou ignorar quem age assim é dar sopa ao azar, é estar com um pé no fracasso, é brincar com fogo, é pisar em ovos, é fechar os olhos, dormir em berços esplendidos e achar que está agradando quando, na verdade, está sendo apenas isolado por pessoas que não querem se preocupar, dar murro em ponta de faca ou não estão comprometidas mesmo. [Lembre-se, nesse caso, da história do comprometimento do porco e da galinha]

​O líder que sabia lidar com os diferentes

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Jesus era totalmente comprometido com sua causa - seu objetivo era construir, e não destruir; educar, e não explorar; dar apoio e fortalecer, e não dominar. Iniciou seu ministério com uma equipe de 12 pessoas distintas, com suas habilidades e defeitos, e que estavam longe de serem perfeitas.

Muitos não aceitam as diferenças porque estão (ou exigem) num padrão de perfeição e de dogmas que não foram ensinados por Cristo... e daí, tudo que é o oposto, acaba sendo ignorado, perdendo a oportunidade de usufruirmos do melhor que cada um pode oferecer.

Perfis dos discípulos de Jesus

1. SIMÃO PEDRO - Era pescador de profissão. Tinha pouco estudo. Era impulsivo, amoroso, tímido, explosivo e entendia com dificuldade os ensinamentos

2. ANDRÉ – Irmão de Pedro. Pescador. Foi um homem zeloso, sincero e dedicado em sua tarefa de apóstolo

3. TIAGO – Pescador. Tinha personalidade forte e ambiciosa. Foi um dos mais íntimos discípulos de Jesus.

4. JOÃO – Pescador. A princípio era de espírito exaltado e indisciplinado.

5. FILIPE - Possuía uma personalidade tímida e inicialmente um pouco incrédulo.

6. BARTOLOMEU - Foi uma pessoa em quem não se via dolo, fraude, era honesto.

7. TOMÉ – Pescador. Foi uma pessoa determinada, mas no momento propício não creu na ressurreição de Jesus.

8. MATEUS - Cobrador de impostos (publicano). Homem humilde, educado e provavelmente abastado.

9. TIAGO, de Alfeu – Pescador. Era um galileu tipicamente impulsivo e tempestivo.

10. JUDAS, o Tadeu- Era bastante temeroso e um pouco incrédulo.

11. SIMÃO, o Zelote - Era uma pessoa zelosa e cuidadosa em sua vida e ministério.

12. JUDAS ISCARIOTES - Era egoísta, ambicioso e possuía um espírito egocêntrico.


A Bíblia não dá mais detalhes sobre o “jeito de ser” desses 12 homens. Mas, assim como nos dias atuais, eram pessoas com qualidades e defeitos. E é interessante que, apesar de pouco que se sabe dos perfis dos apóstolos, boa parte é de caráter negativo.

Naquele tempo já era comum olhar mais os defeitos do que as qualidades. Mas o que será que Jesus viu em cada um deles?

A resposta, agora não importa muito, mas como Terrot Reaveley Glover disse: “O maior milagre da história parece ter sido este: a transformação que Cristo conseguiu operar naqueles homens.” Fortalecidos por seus ensinos, pela sua ressurreição e pelo Espírito, saíram a transformar o mundo, e dez deles deram sua própria vida para levar avante aquela divina cruzada.

Que as grandes lideranças, eclesiásticas, empresariais ou sociais, possam estar aptas e receptivas aos diferentes e a entenderem que o importante dessa vida está em compreender as diferenças do próximo e aceitá-las sem querer mudá-las com criticas. Acima da crítica, está o exemplo, o ensino e o amor, esses sim, capazes de mudar a melhorar qualquer perfil e quiçá o mundo.

​E esse tal influenciador digital... funciona?

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Está todo mundo falando, escrevendo e entrevistando pessoas que são consideradas Influenciadores nas redes sociais. Quem são? O que fazem? Vale a pena contratar ou fazer parceria? (as marcas querem saber).

A resposta é SIM e NÃO?

- Hã?!?!

Calma, eu explico.

Antes é bom explicar, para os leigos, o que é esse tal de Influenciador Digital

O que é um INFLUENCIADOR DIGITAL?

É muito simples. Basicamente, o influenciador digital é uma pessoa que, pelo conteúdo que domina e posta - que seja a polêmica (vide Felipe Neto) - se populariza nas redes sociais. Pode ser em uma, em duas ou em várias; do YouTube ao Instagram.

Então ficou fácil... toda celebridade é um influenciador digital ou vise e versa, né?

Não é bem assim!

Há os que são extremamente conhecidos, as grandes celebridades digitais, e tem aqueles que são reconhecidos dentro de um campo específico de atuação ou até mesmod e uma região, estado, cidade.

No mais, há influenciadores com grandes números (likes/seguidores/comentários), mas com baixa conversão (Leia, nesse caso, conversão em vendas de produtos ou serviços).

Passado, presente e futuro do influenciador digital

O influenciador digital é uma realidade. Os números mostram. Pesquisas indicam que 30% dos pais admitem que estão propensos a gastar mais em um produto de roupas para seus filhos se ele foi “induzido” por algum influenciador digital, como uma blogueira, vlogger ou instagrammer e que 92% dos usuários confiam mais em recomendações de outras pessoas --mesmo as que não conhecem - do que em conteúdo publicitário da própria marca.

- Então é só contratar um influenciador com alto números, bom em algum tema, que os seguidores estejam dentro do filtro que a minha marca precisa e pronto?

Não é bem assim. Veja o caso do sueco Felix Kjellberg, dono do PewDiePie, apontado como o maior youtuber do mundo, foi acusado de nazista e antissemita. O The Wall Street Journal fez uma investigação profunda e encontrou nove vídeos postados que apresentavam imagens nazistas ou humor antissemita.

O cara ainda continua um fenômeno, mas com a conta bancaria menor. Duas marcas deixaram de o patrocinar: a Disney Maker Studios e o Google. Para a marca ficou o amargo sabor da velha máxima: “se ficar o bicho pega se correr o bicho come”. Afinal, muitos seguidores deixaram o canal do youtuber, mas muitos não viram nada demais no “deslize” do cara.

Influenciador Digital: O que eu acredito que vale a pena?

O relacionamento com influenciadores, nos moldes digitais, ainda é novo e há muito o que tatear, fazer o teste A-B, sempre com o tal risco calculado na pauta.

Mas creio num modelo de influenciador um pouco diferente. O regional. O local. Ele pode ter menos seguidores, podem não ser uma celebridade, mas ele ainda consegue manter um relacionamento mais próximo com quem o segue, o que dá mais credibilidade ao que ele propaga (sua marca / seu produto).

E essa minha crença está embasada, inclusive, em uma pesquisa. Um estudo financiado pela Expercity concluiu que os micro-influenciadores digitais possuem mais poder de persuasão do que as celebridades digitais.

Mas para isso funcionar, creio que a marcar precisa deixar a coisa fluir de acordo com a região do influenciador. Por exemplo: se você deseja vender seu sapato para cidades do interior de Minas Gerais, deixe o influenciador da região mandar um: - “Óia! Esse trem aqui é bão dimais da conta sô!”.

Dicas para escolher um influenciador

Tenha objetivos claros e mensuráveis: Quais as metas? Quanto quero vender? O que vai acrescentar pra a empresa/marca? O que eu quero? (​Awareness; Brand Perception ou Conversão)

Saber quem é o influenciador e manter um relacionamento: Qual o conteúdo dele? Quem o segue? O conteúdo dele tem a ver com a marca? Ele está a vontade pra falar naturalmente do seu produto/marca/empresa? A maneira como ele fala encaixa o seu produto ou você precisa passar um texto pronto que vai tirar a naturalidade e gerar desconfiança por parte do seguidor? Evite apenas uma oportunidade pontual (não é errado, tá?), mas crie uma relação com o influenciador pelo menos a média prazo, que seja, assim a relação fica mais intima e a credibilidade e a conversão cresce sistematicamente.