MEI, você pode faturar mais em 2018!

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Além das reformas na CLT que já entraram em vigor, os Microempreendedores Individuais (MEI) também precisarão prestar atenção as novas mudanças do Simples Nacional.

Com a aprovação do Projeto de Lei 125/2015 – Crescer sem Medo, novas regras sobre o limite anual de faturamento dos MEIs passarão a valer em todo território nacional a partir do dia 1º de Janeiro de 2018.

O Projeto Crescer Sem Medo prevê, entre outras coisas, o aumento do limite de faturamento anual do MEI de R$ 60 mil para R$ 81 mil. Ou seja, empreendedores que faturaram valores entre R$ 60 mil e R$ 72 mil neste ano poderão continuar sendo MEI mediante o pagamento de multa sobre o excedente.

De acordo com as novas regras do Simples Nacional, o MEI que teve um faturamento de até 20% superior ao teto pagará uma taxa variável sobre o excedente de acordo com seu setor de atuação, sendo 4% para as atividades ligadas ao setor de comércio, 4,5% para a indústria e 6% para os serviços.

No entanto, caso o MEI tenha extrapolado os 20% do teto, o valor da multa será um percentual sobre o todo o valor arrecado durante o ano. Além disso, após o pagamento da multa o empreendedor deverá informar sua opção de permanecer como MEI à Receita Federal através do Portal do Simples Nacional.

Independente das situações acima, caso você tenha faturado um valor acima do teto de R$ 60 mil, o ideal é procurar a avaliação de um contador para tomar uma decisão quanto a qual regime tributário seria o mais ideal para o seu negócio.

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*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

5 Livros Para Começar Bem em 2018

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Ler é um dos melhores hábitos que alguém pode alimentar, e isso vale especialmente para os empreendedores de plantão. Pensando nisso, trago uma lista com 5 livros que certamente lhe ajudarão a começar o próximo ano com disposição e novas ideias para alcançar seu sucesso. Confira abaixo:

A Transição para o Oceano Azul

Autores: W. Chan Kim e Renée Mauborgne

Editora: Sextante

Páginas: 288

Preço: R$ 49,90

Depois de 13 anos, os professores de estratégia da escola de negócios francesa Insead, autores do best-seller "A Estratégia do Oceano Azul", voltam às prateleiras com um novo livro. Nesse, a dupla traz exemplos reais de líderes de diversos setores que deixaram oceanos vermelhos de competição acirrada e entraram em oceanos azuis, de novos mercados. O objetivo é mostrar como construir a confiança nas equipes para alcançar e aproveitar o novo crescimento.

A Sutil Arte de Ligar o Foda-se

Autor: Mark Manson

Editora: Intrínseca

Páginas: 224

Preço: R$ 29,90

Após vender um milhão de exemplares no mundo, o livro do americano Mark Manson, que se tornou popular escrevendo em seu blog, chega ao Brasil. Com linguagem bem-humorada e ácida, o texto propõe um novo olhar para a vida, mais coerente com a realidade - uma oposição à pressão social para sempre demonstrar otimismo. Para Manson, ao reconhecer falhas e limitações e aprender a aceitá-las, ao invés de fugir delas, é que se encontra a coragem, a perseverança e o entusiasmo.

Salário Emocional

Autora: Marina Simão

Editora: Leader

Páginas: 158

Preço: R$ 49,90

Mestre em gestão de pessoas, consultora, instrutora e palestrante, a autora define seu livro como um dos primeiros estudos sobre salário emocional no Brasil. Sua conceituação parte da premissa que esse tipo de salário é composto por retribuições não financeiras. Tem relação, portanto, a outras maneiras pelas quais as pessoas se sentem pagas pelo trabalho que realizam, o que inclui a forma como são tratadas, elogiadas e valorizadas.

Empreendedorismo para Subversivos

Autor: Facundo Guerra

Editora: Planeta Estratégia

Páginas: 239

Preço: R$ 41,90

Conhecido por seus empreendimentos bem-sucedidos na noite paulistana, o autor mostra em seu livro como ser um empreendedor sem gravata e sem clichê para encontrar o próprio caminho. Para ele, produzir com propósito aumenta as chances de o negócio dar certo. As páginas trazem experiências da trajetória empreendedora do autor, o que pode ajudar quem pensa em ter o próprio negócio.

Como Ser um Líder Inclusivo

Autora: Liliane Rocha

Editora: Grupo Editorial Scortecci

Páginas: 92

Preço: R$ 35,00

Até que ponto pessoas e empresas têm, de fato, considerado a diversidade como um aspecto relevante para a humanidade e os negócios? Jogar luz sobre este tema é a proposta do livro, além de dar dicas sobre o papel dos gestores na ampliação desse debate e, principalmente, nas tomadas de decisão com foco em ações eficientes que levem a uma maior diversidade nas organizações. A autora é CEO da Gestão Kairós, consultoria de sustentabilidade e diversidade.

Pare de Dar Murro em Ponta de Faca

Autor: Roberto Shinyashiki

Editora: Gente

Páginas: 168

Preço: R$ 29,90

Em seu novo livro, o autor propõe um método bem simples para encontrar a felicidade e a realização: a verdade. O texto convida o leitor a refletir e a encarar o aprendizado nos pontos de estagnação da sua própria vida, para só então avançar para os próximos passos. Médico psiquiatra e mentor de executivos, Roberto Shinyashiki escreveu quase 30 livros e já vendeu mais de 8 milhões de exemplares.

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Cinco Dicas Para Suas Finanças Decolarem Em 2018

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Nos aproximamos do final de 2017 com uma ótima notícia, o mercado de franquias no país continuou crescendo mesmo em meio a recessão enfrentada por aqui. Por isso, se você já faz parte desse ramo, fique atento a estas 5 dicas para que as suas finanças decolem de vez em 2018!

Mas, se você é um empreendedor de outro ramo, não se desespere, elas também serão de grande utilidade para que você consiga controlar seu fluxo de caixa e tenha um ano prospero de verdade!

Veja abaixo as principais atitudes que você deve tomar em relação ao seu dinheiro para que sua vida financeira tenha um voo tranquilo durante o ano todo:

1) Quanto Você Deve? Descubra e Planeje o Pagamento Desse Valor

Aqui, os principais fatores são a honestidade e a coragem. Você irá precisar de ambos para levantar e encarar o valor que deve. Não seja seletivo, seja organizado. Levante todas as suas dívidas, inclusive aquelas com parentes e amigos.

Depois desse passo, faça um planejamento para quitar esse valor. Não é necessário que você pague tudo de uma vez. Por isso, tenha calma e estabeleça prazos reais e que você irá de fato cumprir para com seus credores. Esse comportamento te dará segurança e tranquilidade e fará com que os credores tenham mais confiança em você.

Caso sua dívida seja com bancos, busque renegociá-la. Leve um plano de pagamento e busque um acordo realista, ou seja, um que você tenha reais condições de arcar. E não se esqueça de explicar seu plano de pagamento aos demais credores e de cumpri-lo à risca!

2) Não Existe Livre Circulação de Dinheiro

Veja bem, na sua vida não deve existir livre circulação de dinheiro. Ou seja, você deve estar sempre ciente e no controle de quais são seus gastos e de quais são seus ganhos. Caso você não tenha esse controle, faça um esforço para conseguir adquiri-lo.

Dessa forma, você terá uma visão mais precisa dos excessos cometidos e saberá como cortá-los pela raiz. Você pode recorrer ao planejamento financeiro para entender melhor o que está acontecendo, lembrando sempre de revisar constantemente as planilhas de gastos e ganhos. Somente assim o controle do seu dinheiro não deixará de ser seu.

3) Planejamento e Prospecção

Sem dúvidas, o planejamento prévio é de grande importância. Mas para além dele, você pode (e até deve) fazer exercícios de prospecção de cenários.

Se você possui um plano de viajar ou de comprar um carro novo em 2017, faça um orçamento financeiro detalhado e veja o que será necessário para que esses planos se concretizem. Depois, trace três datas limites (pelo menos) para que eles se realizem, e em seguida monte três cenários: um onde será fácil alcançar suas metas, outro onde as dificuldades serão médias e um último onde será difícil.

Com isso, você estará preparado para grande parte dos imprevistos que poderão ocorrer durante o ano, e seu tempo de reação perante os problemas será acelerado.

Além disso, estabeleça regras orçamentárias para te auxiliarem a cumprir com os seus compromissos cotidianos. Algumas dessas regras podem ser: evitar empréstimos pessoais e cartões de crédito, isso facilitará sua vida e te deixará livre dos altos juros; pagar suas contas recorrentes (água, luz, telefone, internet...) em uma mesma data; e manter lembretes dos seus compromissos em diversos locais visíveis para você (exemplos: celular, computador, geladeira etc).

4) Se o Orçamento Continuar Apertado

Você se organizou, fez planilhas, enxugou os gastos ao máximo, mas seu orçamento continuo comprometido? Então, é hora de ser criativo e encontrar uma forma de garantir uma renda extra.

Utilize algo que você sabe e gosta de fazer. Dessa forma, você muito provavelmente não precisará largar seu emprego atual, mudar de ramo, ou muito menos, recomeçar do zero. Além disso, fazendo algo que você gosta de fazer, será possível utilizar seu tempo livre para realizar esta atividade.

Algumas opções podem ser: trabalho como freelancer, venda de alimentos caseiros, venda de objetos que não tem mais utilidade para você etc.

5) Segurança e Investimentos

No Brasil, a melhor estratégia que podemos ter é: nos preparamos para o pior e nos esforçarmos ao máximo para que o melhor aconteça.

Por isso, evite contrair mais dívidas, mas busque investir. Um dos investimentos que parecem mais promissores para este ano são os de renda fixa, pois estes possuem juros altos e são considerados os mais seguros do mercado.

Mas lembre-se que agora não é hora para fazer nada no calor do momento. Então, faça uma espécie de fundo emergencial que contenha um valor entre 3 e 6 salários. Dessa forma, você estará minimamente seguro caso algum imprevisto ocorra.

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Vacina Contra A Falência

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Um dos meus maiores objetivos como profissional é compartilhar meus conhecimentos e aprendizados com outras pessoas. Dessa forma, acredito que poderei ajudar mais e contribuir para que a cada dia mais alguém alcance a sua realização própria através do empreendedorismo e do próprio esforço.

Então, sem dúvidas, um dos melhores jeitos de auxiliar alguém é dar uma vacina contra erros! Por isso, listei aqui os erros mais comuns cometidos por novos empresários, assim você poderá ficar imune a eles.

Preste muita atenção e veja se você não está cometendo algum deles. Caso esteja, pare imediatamente e mude sua maneira de se comportar e, caso necessário, mude o modo como você tem administrado sua empresa, também.

(Ah, apesar desses erros serem mais comuns entre iniciantes no mundo dos empreendimentos, é possível que empreendedores já experientes também os cometam. Por isso, deixe o orgulho de lado e faça uma autoanálise sincera e humilde. Com certeza, isso irá lhe ajudar – e muito! – na hora de traçar novas metas para o seu projeto.)

Confira abaixo a lista completa:

1. Gastar mais do que realmente está ganhando: esse é um erro clássico de pessoas inexperientes e também o maior responsável por levar negócios promissores a falência;

2. Não controlar o fluxo de caixa: esse erro pode levar ao primeiro, já que sem um controle adequado, você não terá como saber quais valores realmente estão entrando e saindo do seu caixa no dia a dia;

3. Fazer investimentos em excesso: esse comportamento pode comprometer seriamente a vida financeira do seu negócio e colocá-lo em grandes problemas como endividamento precoce e mesmo perda de dinheiro devido ao rendimento baixo de investimentos malsucedidos;

4. Não ter disciplina nas tomadas de decisões: a falta de disciplina no próprio negócio certamente te levará por um caminho sem volta, a falta de controle sobre a própria empresa;

5. Não poupar e/ou não ter um fundo emergencial: acreditar que o dia ruim nunca chegará para você pode ser sinal de ingenuidade, mas também é um traço marcante da inexperiência. Por isso, ouça esse conselho e previna-se: destine uma parte dos ganhos para a reserva de capital, assim seu negócio terá uma margem de segurança ainda maior;

6. Deixar de pensar sistematicamente: nunca faça isso. Tenha sempre em mente que seu negócio é muito parecido com um organismo vivo. Ou seja, todas as partes que o compõem estão interligadas e são interdependentes. Então, busque dar atenção a todos os setores, desde o financeiro até o de treinamento.

7. Não negociar com os envolvidos nos processos: outra atitude extremamente prejudicial para todos. Se houve algum problema, seja na própria empresa ou com fornecedores e serviços terceirizados, busque um diálogo. Converse com os envolvidos e tente sempre entra em um acordo que beneficie a todos.

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O que muda com a Reforma Trabalhista?

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Desde o último sábado, 11 de Novembro, as novas regras trabalhistas já estão em vigor em todo território brasileiro. Mas você sabe o que de fato muda com essa reforma?

Confira abaixo os pontos que podem gerar polêmicas e disputas entre trabalhadores e empregadores:

 Prêmio e abonos não incorporados ao salário

Artigo da reforma trabalhista exclui prêmios e bônus da remuneração do funcionário, ou seja, não serão incorporados ao salário. Assim, essas verbas não vão entrar no cálculo de qualquer encargo trabalhista e previdenciário.

Antes da reforma, premiações e bônus eram incorporados ao salário quando havia continuidade no recebimento. Agora, pelas novas regras, se todo ano a empresa dá bônus para quem bate meta de produtividade, essa verba – que antes entrava no cálculo do pagamento sobre férias, 13º, INSS, FGTS, descanso semanal remunerado (DSR) –  deixará de ter o chamado reflexo na folha de pagamento.

Diferentemente de grande parte das alterações, esse ponto não depende de acordo entre empresa e empregado ou entre empresa e sindicato. Assim, as empresas que decidirem poderão espontaneamente deixar de levar em conta essas verbas na hora de calcular o valor dos encargos.

 Horas extras e banco de horas

As horas extras já são o item mais reclamado em ações trabalhistas e as novas cláusulas sobre o tema devem continuar rendendo brigas judiciais.

O banco de horas, que antes da reforma só podia ser criado com acordo envolvendo sindicato (por meio de acordo ou convenção coletivos), agora pode ser fruto de negociação individual.

A compensação das folgas do banco – que devia ser feita em até um ano pela lei anterior – agora deve ser quitada em seis meses.

Se o prazo para quitar folgas do banco de horas ficou menor, o período de compensação de horas extras (quando o funcionário faz a jornada semanal de 44 horas trabalhando de segunda a sexta-feira e assim não trabalha sábado) foi ampliado de uma semana para um mês.

 Regras que podem ser consideradas inconstitucionais

A liberação da jornada de 12 horas – a chamada 12×36 que antes da reforma dependia de acordo coletivo para ser implementada – está entre os temas que correntes jurídicas afirmam ser inconstitucional.

Limitação do valor da indenização por dano moral, fixação de jornada superior a oito horas em atividades insalubres, o trabalho da gestante e lactante em atividade insalubre também são matérias questionadas, e que certamente causarão imbróglios judiciais.

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5 Livros Que Você Precisa Ler

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Aprender deve ser uma constante na vida de qualquer pessoa e não há melhor maneira de fazer isso do que ler exemplos de pessoas de sucesso. Confira a seguir cinco livros que todo empreendedor deve conhecer:

1 — Pense Simples

Pense Simples, de Gustavo Caetano

Hoje, temos milhares de empresários que sonham em fazer uma única coisa: inovar. Mas como começar? Como você sabe o que fazer ou que rumo tomar para realizar algo que vai tocar a vida das pessoas e mudar o seu mercado?

Gustavo Caetano aprendeu a enxergar problemas pequenos, mas que precisam de solução imediata, e a mudar o rumo do seu negócio para continuar crescendo: a Samba Tech.

Neste livro, você vai aprender como o fracasso pode moldar a mentalidade para o sucesso; o que compõe o DNA inovador; qual é a lógica da simplicidade para estimular a inovação; A importância de ser ágil e leve para se manter com alto potencial inovador; A não acreditar no “sempre foi assim”.

Pense Simples

Autor: Gustavo Caetano

Editora: Gente

2 — Seu Sonho tem Futuro, de Candice Pascoal

Você vê pessoas que vivem dos seus sonhos e não imagina como se tornar uma delas? Sente medo, despreparo ou insegurança quando pensa em começar um novo negócio? Você acha que sonhar alto é arriscado e não é para você?

Candice Pascoal, CEO e fundadora da plataforma Kickante, site brasileiro de financiamento coletivo/crowdfunding, veio para responder essas perguntas e outras. A verdade é que muitos sonham, mas poucos sabem como colocar sua ideia em prática de maneira fácil e sem riscos. Nesta obra, você encontrará dicas, segredos de sucesso e muitas orientações.

Seu Sonho tem Futuro

Autora: Candice Pascoal

Editora: Gente

3 – Sem Limites - A História da Netshoes, de José Eduardo Costa

O livro “Sem Limites – A História da Netshoes” conta a história de dois primos de ascendência armênia, Marcio Kumruian e Hagop Chabab, que em 2000 abriram uma loja de calçados na rua Maria Antônia, na capital paulista, e a transformaram na maior varejista digital de itens esportivos da América Latina.

A Netshoes fatura hoje mais de 2 bilhões de reais e emprega mais de 2 mil colaboradores. O livro conta como se deu a migração da loja de rua para o comércio eletrônico, os sucessivos desafios superados pelos primos, das conversas para a compra da plataforma de e-commerce com os americanos, sem que nenhum dos sócios falasse inglês, à montagem do primeiro centro de distribuição automatizado.

“É inspirador ver o quão longe um empreendedor brasileiro pode chegar”, afirma Gomes, da Rock Content. “O livro e a trajetória da Netshoes são o maior case recente de uma empresa brasileira que cresceu e escalou em alta velocidade, resultando no seu IPO.”

Sem Limites – A História da Netshoes

Autor: José Eduardo Costa

Editora: Gente

4 – Nada Easy, de Tallis Gomes

Tirar uma ideia do papel é uma arte; fazer isso em um cenário hostil como o mercado brasileiro, é quase impossível. Escalar seu negócio, crescer exponencialmente é o sonho de todo empreendedor, porém, como fazer isso?

No livro “Nada Easy”, Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e da Singu, apresenta o passo a passo das etapas para validar de forma correta a sua ideia, abrir seu empreendimento e fazê-lo crescer, sem desperdiçar tempo e recurso produzindo algo pelo qual as pessoas não pagariam. Tallis já foi listado pela revista Forbes como um dos 30 jovens mais transformadores do Brasil, eleito o Young Leader of The Year nos EUA e eleito pelo MIT um dos jovens mais inovadores do país.

“A maior qualidade de um empreendedor é não ter medo de errar, tomar riscos e de eventuais fracassos. Quando observo o Tallis [Gomes], percebo nele essas qualidades”, afirma José Mendes, fundador do Hotel Urbano.

Nada Easy

Autor: Tallis Gomes

Editora: Gente

5 – Sonho Grande, de Cristiane Correa

Os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira ganharam uma projeção sem precedentes no cenário mundial.

Nos últimos anos, os empreendedores compraram nada menos que três marcas americanas conhecidas globalmente: Budweiser, Burger King e Heinz. Isso transformou os sócios em personalidades muito admiradas pelos brasileiros – especialmente pelos que empreendem.

Sonho grande é o relato detalhado dos bastidores da trajetória de Lemann, Sicupira e Telles desde a fundação do banco Garantia, nos anos 70, até os dias de hoje. Todas as suas transações costumam ocorrer na mais absoluta discrição, com um esforço para ficar longe dos holofotes.

Ao mesmo tempo, os três aplicam uma fórmula de gestão que se baseia em meritocracia, simplicidade e busca incessante por redução de custos no seu grupo de empresas e investimentos – conhecido como 3G. Para quem se inspira no estilo de gestão do empreendimento, está aí uma boa dica de leitura.

Sonho grande

Autora: Cristiane Correa

Editora: Primeira Pessoa

Fonte: EXAME.com

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6 desafios que sua empresa terá mesmo depois do sucesso

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Se você tem vontade de criar seu próprio negócio, é essencial saber quais problemas poderão acontecer no futuro.

Os bloqueios podem ir desde o treinamento dos colaboradores até a expansão da empresa. Nesse meio tempo, pode até vir a vontade de desistir.

Confira, a seguir, os desafios que você enfrentará após sua empresa já estar consolidada no mercado:

1 - Gerenciar a empresa em todas as áreas

Só capacitar os funcionários não é o suficiente: A liderança precisa estar presente para que a equipe se sente acolhida e motivada, sendo assim, a equipe não terá tempo para falta de rumos do negócio.

2 -  Organizar os processos da empresa

Um desafio que está presente em todas as empresas é realmente arrumar a casa. É preciso desenvolver processos claros, para que os funcionários entendam e desenvolvam as atividades. Esse método de trabalho é conhecido como governança corporativa.

3 - Conseguir clientes novos após a consolidação do negócio

Além dos clientes fixos o empresário precisa buscar novos clientes. A questão é como conseguir? É preciso criar uma nova imagem do negócio, usar a influência digital, tornando a comunicação mais humanizada. O marketing digital, é o carro chefe para aumentar o fluxo do negócio.

4 - Levar preços mais baixos ao consumidor

Na maioria das vezes, a solução para melhorar as vendas é abaixar o preço dos produtos e serviços.  No começo pode parecer uma tarefe difícil, mas com a volta do movimento o empresário vai perceber que foi a melhor escolha.

5 - Lidar com cortes durante a crise econômica

É complicado saber qual decisão tomar na hora de uma crise econômica. O ideal é reorganizar as finanças, colocar na balança o que é essencial para o negócio continuar caminhando. Se necessário, fazer cortes e desenvolver técnicas para que a empresa tenha um bom andamento mesmo com a diminuição dos funcionários.

6 -  Sempre pensar em crescimento

É importante pensar na expansão do negócio independente do momento do país. Além de cortar custos, outro grande obstáculo durante a crise econômica é fazer a empresa manter bons indicadores de crescimento. Para superar a recessão, é preciso desenvolver uma boa estratégia de negócio.

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7 dicas práticas para resolver suas finanças

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Confira soluções práticas que podem mudar a sua vida financeira

1 -Coloque contas no débito automático

Para evitar o atraso em pagamento de contas e ter problemas até mesmo prejuízo por conta de um esquecimento: A dica é fácil, coloque suas contas em débito automático. Para dar início utilize as contas fixas como: água, luz e telefone. 
Para colocar em débito automático é simples, é só fazer um cadastro pela internet banking, terminais de autoatendimento ou agências bancárias. Feito o cadastro, as contas serão pagas automaticamente, na data escolhida por você.  

2- Automatização das aplicações financeiras

Para quem não tem o hábito de poupar uma ótima opção é deixar os valores que entram em conta bancária a serem transferidos automaticamente para aplicações financeiras, como por exemplo uma poupança. Caso o valor não possa ser investido durante determinado período, basta cancelar o serviço a qualquer momento.

3- Reduza o número de contas correntes e cartões de crédito

O ideal é ter apenas uma conta corrente, além de diminuir o risco de descontrole financeiro, também reduz a cobrança de tarifas pelos serviços e transações realizadas. Taxas cobradas pelos bancos por saques, transferências e outros serviços podem fazer uma diferença expressiva no orçamento. Além de reduzir custos, consolidar contas e cartões de crédito torna possível monitorar com maior facilidade os gastos mensais. Outra vantagem é que ao concentrar gastos em apenas um cartão de crédito aumentam as possibilidades de obter mais recompensas no programa fidelidade, já que os pontos são acumulados mais rapidamente

4- Foque os investimentos em apenas uma instituição 

Ainda que a diversificação de investimentos seja extremamente importante, dividir suas aplicações entre muitas instituições financeiras pode dificultar o seu controle financeiro e te levar a pecar pelo excesso. 

5- Faça um orçamento 

Crie formas de administrar o seu orçamento, hoje existem várias ferramentas que auxiliam de uma maneira pratica. Umas delas, que já foi citada durante as dicas é acompanhar as despesas pelo aplicativo do banco (internet banking). Caso você não tenha o hábito de acompanhar as despesas pela internet banking tem à disposição aplicativos que atualizam suas movimentações ao se conectarem à sua conta, como exemplo, GuiaBolso.

Existem também cartões de crédito, como o Nubank, que são ligados a aplicativos. Além de facilitar a visualização da fatura e atualizar no app cada despesa realizada, a ferramenta também permite dividir despesas por categoria e criar gráficos que ajudam o usuário a analisar melhor como o dinheiro tem sido gasto.

6- Crie lembretes para revisar tarifas bancárias e aplicações

Uma solução simples é agendar lembretes no calendário do celular e já programá-los para que sejam repetidos a cada seis meses.

7- Coloque as soluções em prática 

Mesmo que seja difícil encontrar tempo para seguir as soluções indicadas, determine um tempo/prazo para levar o projeto e dívida a realização de cada tarefa ao longo do tempo estipulado. Com o tempo torna-se um hábito. Boas finanças! 

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Suas finanças estão nas mãos do inconsciente

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Você já arredondou o preço de um produto que custava, por exemplo, R$ 9,99 para R$ 9,00, mesmo sabendo que seu valor está mais próximo dos dez reais? Ou já decidiu comprar algo somente porque estava na promoção?

É muito provável que sim, já que estes são comportamentos corriqueiros a praticamente todos nós. Contudo, isso era tido como algo incomum pelos estudiosos. Mas isso está mudando, graças ao ganhador do Prêmio Nobel de Economia desse ano, Richard Thaler.

O economista estadunidense passou sua carreira de mais de 40 anos investigando o comportamento de consumidores e investidores para comprovar que ambos tomam suas decisões com base em questões mais ligadas ao inconsciente do que ao consciente.

Ou seja, é uma ilusão pensar que a vida financeira das pessoas é pautada com base em uma racionalidade consciente das ações. Dessa forma, Thaler busca fornecer maneiras práticas para que as pessoas consigam economizar dinheiro e ter finanças mais produtivas e equilibradas.

Confira abaixo 5 dessas preciosas formas de manter uma vida econômica mais saudável:

1) Coloque tudo no débito automático

Quanto menos obstáculos houver em sua vida financeira, mais acertadas serão suas decisões, segundo Thaler.

Então, por que não simplificar e colocar o dinheiro mensal destinado a uma aplicação financeira em débito automático? Dessa forma, não será necessário decidir se o valor deve ser mesmo destinado para aquele objetivo. É uma forma de não pensar muito sobre o tema, e não ceder a eventuais tentações de curto prazo.

2) Não se deixe enganar por números

É mais fácil desistirmos de uma compra quando vemos que um produto de mil reais está 100 reais mais barato em outro local do que quando um produto de 5 mil reais está sendo vendido por 100 reais a menos na loja concorrente.

Thaler explica que, como consumidores, nos atemos a porcentuais de preços, mas esquecemos da economia em números absolutos, que, no exemplo, é exatamente a mesma em ambos os casos. Portanto, deveríamos valorizá-la em ambas as compras.

A mesma coisa acontece quando vemos um produto em promoção. Ao invés de ceder ao impulso de comprá-lo por conta do porcentual alto de desconto que está sendo concedido, é bom se perguntar: o produto, de fato, está mais barato do que o de uma loja concorrente, que não está realizando promoções no momento? Você compraria este produto por este preço se ele não estivesse em promoção?

3) Entenda o impacto de cada decisão no orçamento

Thaler descobriu que a visão de consumidores sobre o orçamento é dividida para usos específicos, como lazer, contas da casa e aposentadoria. O economista chama esse fenômeno de contabilidade mental, que é a tendência em focar no impacto de decisões individuais, e não no impacto geral que elas têm sobre o orçamento.

Apesar deste comportamento proteger investimentos de longo prazo, pode gerar um custo extra caso haja uma resistência exagerada em transferir o dinheiro entre esses usos.

Por exemplo, caso uma necessidade inesperada no curto prazo exija mais dinheiro do que o esperado, é melhor abrir uma exceção e retirar recursos de uma poupança, por exemplo, do que tomar empréstimos caros.

Outro caso é quando passamos a gastar menos com determinada despesa, mas nossa mente insiste para continuar a destinar a mesma porção de dinheiro a ela, sem refletir muito sobre o tema. Essa porção economizada poderia ser destinada para outo item, mais benéfico.

4) Não valorize bens de forma exagerada

O economista americano também chegou à conclusão de que as pessoas tendem a valorizar muito mais um bem quando são donos dele do que se fossem comprar aquele mesmo item.

Isso porque a venda de um bem gera um sentimento de perda, enquanto a compra de um item gera uma sensação de ganho. Mas o conceito de perda é muito mais negativo e intenso do que o de ganho. É o que explica o conceito de aversão a perdas e o que faz com que um proprietário de um imóvel fique anos para vender o bem porque não consegue avançar em negociações.

Neste caso, o jeito é tentar encarar a questão de forma racional: o bem, de fato, vale o que estou pedindo? Ou há um fator emocional envolvido? E, logicamente, pedir conselhos de terceiros, bem como coletar informações de mercado que mostrem por quanto um bem semelhante vem sendo vendido no mercado.

5) Não caia na cilada do curto prazo

Thaler mostra que a tendência de nossa mente é acreditar que as coisas se depreciam quanto maior o intervalo de tempo. O mesmo valor daqui um ano é percebido como menor, tanto faz se é renda ou despesa.

Por isso, conclui o economista, é muito fácil ceder a tentações de curto prazo, que geralmente são a principal razão para sabotarmos objetivos de médio e longo prazo.

Mas é necessário se esforçar para tentar quantificar os benefícios do futuro. Por exemplo, quem opta por investir mais em educação terá um salário mais baixo por mais tempo, mas, posteriormente, a tendência é que receba uma renda maior do que aqueles que não estudaram tanto. Ou seja, é necessário visualizar que os potenciais benefícios no futuro fazem valer a pena o sacrifício no presente. O mesmo vale para um plano de previdência privado.

Fonte: EXAME.COM

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Entenda o salário por produtividade

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De acordo com as leis trabalhistas brasileiras, é possível determinar o salário dos colaboradores de várias maneiras e em vários regimes empregatícios. Atualmente, é comum que o valor seja calculado de acordo com o tempo em que o colaborador trabalhou ou ficou à disposição do trabalho (seja por hora, dia, semana, mês etc).

Contudo, existe uma outra forma de realizar este cálculo que vem ganhando notoriedade entre as empresas brasileiras. Trata-se do cálculo com base na produção do colaborador. De acordo com essa maneira, o trabalhador receberia de segundo a quantidade e qualidade dos bens ou serviços fornecidos para o empregador.

Algo mais comum que segue essa linha de remuneração são as comissões por vendas. Conforme o colaborador fecha mais vendas ou bate metas pré-estabelecidas, seu salário aumenta. Esse método de remuneração por produtividade já é muito disseminado no Brasil, seja em pequenas lojas ou em grandes empresas.

Além disso, mesmo que sua empresa decida fazer a remuneração de acordo com a produtividade, a nossa Constituição Federal de 1988 garante que o colaborador receba pelo menos um salário mínimo. Ou seja, caso não ele não alcance as metas pré-estabelecidas de produtividade, ele tem o direito de receber o salário mínimo vigente.

Contudo, a nova Reforma Trabalhista possibilita que a convenção ou acordo coletivo estabelecido entre empregador e colaboradores disponha sobre a remuneração por produtividade e, também, prevê que estes acordos prevaleçam em relação à lei vigente.

Porém, ainda não existe respaldo jurídico para que o salário seja pago exclusivamente por produtividade. Ou seja, ainda não houve nenhum tipo de decisão jurídica dos tribunais trabalhistas que tratasse desse assunto.

Dessa forma, o entendimento geral é de que a determinação presente na Constituição Federal continue valendo, independente do texto presente na Reforma Trabalhista. Isso ocorre porque a Constituição é a lei máxima do país e está acima de todas as outras.

Portanto, caso seja benéfico para sua empresa e para os colaboradores, é possível estabelecer um acordo coletivo onde o salário seria pago apenas conforme a produtividade. Porém, caso as metas pré-estabelecidas não sejam alcançadas, a empresa deverá complementar o salário pago até que ele alcance o valor do salário mínimo vigente no país.

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*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.