O novo Champagne da Formula 1

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O Champagne agora usado na Formula 1 tem a garrafa revestida por uma capa de fibra de carbono como os carros de corrida.

Segundo o chefe de marketing da F1, Sean Bratches: "A característica única de uma garrafa feita com carbono, o material tão representativo da incrível tecnologia em nosso esporte, é um elemento adicional que faz Champagne Carbon o produto perfeito para os pilotos celebrar com uma Fórmula Pódio do Grande Prêmio "

O podium da Formula 1 agora é regado com a Carbon... este é o nome da champagne que os vencedores vão fazer a festa comemorando a vitória. Uma garrafa que teve o processo de criação de 4 anos onde um artesão demora uma semana para deixa-la pronta.

O champagne escolhido para esta festa foi um Gran Cru Blanc de Blanc , 100% chardonnay, 2009 . Sabendo que os produtores tem grande experiência, pois estão neste ramo a mais de um século e a quase isto já tem seus próprios rótulos,esta parceria já é um sucesso.

Esta novidade foi conhecida no GP de Mônaco e é usada desde então.

A “Moda” do vinho

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Uns dias atrás, escutei de uma pessoa mais velha a frase que agora está na “Moda” tomar vinho, está na “Moda” entender de vinho.

Achei engraçado esta expressão: “Estar na Moda”, e entendi que neste caso que escutei, era uma crítica. Infelizmente não posso discordar totalmente.

Realmente, existem pessoas que só tomam vinho, ou fazem qualquer outra coisa, porque está na moda... Porque hoje é chique ou dá status. 

É provável que estas sejam as mesmas pessoas que quando vão a um restaurante , ficam em torno de 10 minutos girando a taça e fazendo uma “cena” enquanto o garçon ,pacienciosamente, espera a autorização para servir as demais taças da mesa. Era só para saber se o vinho está bom para ser consumido, mas certas pessoas acham que precisa mostrar tudo que “aprenderam” ou ficar se exibindo.  Depois de todos servidos e sem deixar o garçon parado esperando, acho muito legal sim apreciar todos os aspectos do vinho... girar a taça, sentir os aromas e degustar.

Ainda bem que a maioria das pessoas  que tomam vinho, apreciam realmente esta bebida e não precisam fazer teatro algum. Sabem valorizar a história que está representada naquela garrafa, em cada aroma e sabor.

Acho que isto não é “Moda” como dizem, no mal sentido, é só um despertar para novos sabores.

Hoje vivemos uma época de questionamentos, e isto é muito bom.

Falo sobre todos os aspectos, questionar é sempre bom. Não aceitar o que sempre foi porque todo mundo aceitava. Isto deve servir para vida toda, você pode descobrir coisas novas e melhores ou entender que as antigas eram melhores... e voltar.

Isto está acontecendo com a nossa gastronomia... novos sabores, novos produtos, alimentos funcionais, orgânicos, respeito ao meio ambiente, descoberta de novas técnicas, reconhecimento do valor de técnicas antigas.

Com tudo isto, o paladar vai conhecendo novos sabores e vai ficando mais sensível. E o vinho faz parte destes aprendizados também, assim como as cervejas gourmet, os chocolates, os cafés e vários outros alimentos.

Com consumidores mais exigentes, os produtores precisam primar pela qualidade  e com isto vemos e degustamos produtos cada vez melhores.

Como é bom, degustar um vinho e perceber características de onde foi elaborado. Mesmo não tendo a certeza de qual entre tantos sabores é o que te mostrou esta característica. Isto aconteceu comigo tomando um vinho português, estes dias.

São sabores e aromas tão complexos que ao mesmo tempo podem te lembrar uma região , um doce de sua infância ou uma cena de sua vida.

Que bom que esta “Moda” está “pegando” ! ! !

Com certeza vai ser o início e o incentivo para muitas pessoas conhecerem este mundo de história, aromas e sabores, que é o “Mundo do Vinho”.

O Oxigênio a favor do vinho

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Muitas vezes escutamos que o vinho deve respirar... mas o que isto significa?

Se colocamos no último post que o oxigênio “estraga” o vinho, como pode ser que pode melhorar?

É verdade, para alguns tipos de vinhos, repetindo: alguns tipos, o oxigênio melhora o vinho .  

Quando estamos em um restaurante que tem um bom serviço de vinho, o garçon provavelmente vai perguntar se quer que deixe o vinho respirar.

Isto mesmo, você escutou certo quando foi ao restaurante e o garçon educadamente fez esta pergunta. E sim... o vinho respira.

Quando abrimos um vinho, imediatamente o liquido entra em contato com o oxigênio, e começa a oxidação. Mas isto vimos no post anterior, não foi?

Mas esta oxidação ajuda a melhorar o sabor e aroma de alguns vinhos, mesmo sendo a mesma que vai estragá-lo depois de certo tempo.

Vinhos com aromas fechados, muito tânicos, ou vinhos jovens que podem amaciar os taninos com o contato com o oxigênio. Estes são vinhos que podem ser aerados.

No caso de vinhos mais velhos, temos que ter muito cuidado em fazer a aeração porque trata se de vinhos com a estrutura mais frágil e a exposição demorada ao oxigênio pode colocar tudo a perder, acelerando a degradação do vinho. 

A maneira mais utilizada para aerar um vinho é através do uso do Decanter. Aquele recipiente que vemos muitas vezes o garçon colocar o vinho, além de decantar a “borra” também ajuda a aerar o vinho. Por isto são  o seu interior é feito para que o vinho tenha grande contato com o oxigênio.

 Mas existem outros “aparelhos” que também ajudam muito, chamados aeradores.  O menos eficiente, é deixar a garrafa aberta, pois a superfície em contato com o ar é muito pequena e precisaria de um longo tempo para melhorar o vinho. Uma ideia simples e prática é colocar numa boa taça e girar.

Não é indicado fazer a aeração de vinhos leves com sabores delicados, como brancos, roses ou espumantes. Neste caso a aeração pode estragar e não melhorar o vinho.

Com isto podemos entender que o oxigênio é bom para o vinho, na medida certa.

Vinho e o Oxigênio....

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Quando o assunto é vinho, muitas vezes aparece a pergunta: “quanto tempo posso deixar uma garrafa aberta?”

A resposta não é tão simples... ou é , se a respostas for um número. 

Mas esta pergunta é muito mais abrangente. O ideal é entender : “porque o vinho muda de gosto  depois de aberto? “

O que parece ruim, nem sempre é. Já ouviu ou viu falar dos aeradores? Do Decanter? E outras invenções para “deixar o vinho respirar”?

Se oxigênio fosse só ruim estas “invenções” não existiriam.

Então qual a respostas para as diversas perguntas que aparecem depois de ler o que escrevi acima? Simples: Depende do vinho. Como já vimos em vários posts que venho escrevendo, um vinho não é igual ao outro. Muda a uva, o terroir, se foi elaborado para envelhecer (de guarda) ou ser degustado jovem. 

Cada vinho tem uma característica diferente, o oxigênio pode melhorar um bom vinho e estragar outro.

Logo que abrimos uma garrafa o vinho começa uma “oxidação”, isto devido ao contato que o líquido tem com o ar que entra imediatamente na garrafa.

E quantos dias pode “durar” um vinho? Depende do tipo de vinho. Um vinho tinto na minha opinião dura em torno de três dias, na geladeira . E o branco cinco dias ou até um pouco mais, devido a sua alta acidez. Os espumantes perdem o gás e isto os deixa “ruins” mais rápido. 

Lembro sempre que o vinho do primeiro dia, da abertura da garrafa, não é igual ao do terceiro dia, pois o oxigênio está agindo desde o primeiro segundo que foi aberto. Em algumas conversas com amigos vemos que alguns vinhos estão “bebíveis” , isto quer dizer que não estão estragados , mas está muito longe do que era o vinho.

O indicado é guardar o vinho depois de aberto na geladeira , o que retarda um pouco o processo e sempre com a garrafa em pé. Se possível passar para um recipiente menor onde a superfície de contato com o ar (oxigênio) diminua, diminuindo assim a oxigenação. Hoje em dia existem as “bombinhas de vácuo” que fazem  sucesso, mas realmente não tenho uma opinião formada sobre elas... tenho amigos que usam e funcionam muito bem, e outros não. Acho que neste caso ajuda muito , mas temos que comprar uma de boa qualidade e não esperar que faça milagre, é apenas para ajudar a conservar o vinho por alguns dias.

Se não for usar o que restou do vinho para tomar, uma boa dica, que já fiz, é congelar para fazer comidas que levam vinho, funciona bem.

Os vinhos licorosos tem uma oxidação bem mais lenta que os que falamos acima, isto quer dizer que aguentam bem mais de um mês na geladeira.

No próximo post falamos o quanto o oxigênio pode ajudar e melhorar o vinho. Até lá...

Dia dos Pais e um bom vinho... Harmonização perfeita!

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Familia Zuccardi

Dia dos Pais está chegando... Já pensou o que vai dar de presente??? Que tal um bom vinho???

Na maior parte das vezes é difícil ou complicado escolher um presente para os pais, no plural sim, pois algumas pessoas têm mais de um pai, um avô que é pai, um padrinho, um tio, um padrasto, uma mãe que também é pai.... O que importa é o amor e o carinho que esta pessoa tem com você... 

Valduga

Mas na hora do presente, tudo parece complicar, desde o instante que todas as ideias parecem já ter sido dadas em datas anteriores, até a dúvida se o pai vai gostar mais da camisa branca ou da cinza, se prefere uma calça jeans e o número... Será que da marca que escolheu é o mesmo que ele usa?? Dúvidas e mais dúvidas, afinal não queremos errar com este presente...

Família Guatambu

Já pensou em presentear com um vinho? Um bom vinho... Aquele que ele não teve coragem de comprar porque gastar com ele mesmo não tem graça, ou um de uma uva diferente ou um terroir que ainda não conhece... Este é o tipo de presente que pode ser repetido várias e várias vezes... Cada vez terá um aroma e sabor diferente...

Como cada pai é único, nada melhor que presentear com um vinho que combina com jeito e o gosto dele.... Tinto, branco, rose, espumante, seco, suave, doce... (já pensou no Vinho do Porto, por exemplo?)

Viram... Uma harmonização perfeita...

Dia dos Pais e um Bom Vinho!!


Inverno, comida e vinho...

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Se vinho é bom o ano todo.... imagina no inverno.... harmonizado com aquele comida que além de aquecer o estomago, aquece o coração e conforta a alma.

Não sei se é certo pensar assim, mas alguns pratos de inverno confortam como um abraço... parece aconchego em forma de comida. Principalmente se as companhias e conversas forem boas. Sem esquecer, para quem pode, de um bom vinho... claro.

É no inverno que muitas pessoas se aventuram no Mundo do Vinho, e na maioria das vezes se encantam, e continuam suas descobertas pelas outras estações. 

No inverno muitas pessoas começam a apreciar os vinhos que em um clima mais quente podem parecer “muito secos ou encorpados demais”. Isto acontece porque os pratos de inverno são “mais fortes e estruturados”, o que facilita a harmonização com vinhos encorpados.

Se engana quem pensa que no inverno podemos esquecer os vinhos brancos. Apesar das características de vinho encorpado se aplicarem na sua maioria a vinhos tintos, temos grandes vinhos brancos que se destacam, como os fermentados em carvalho ou os Sauternes. 

E por favor, não podemos esquecer do bom e velho Vinho do Porto.

Para uma boa harmonização, não podemos deixar que o prato ou o vinho sobressaia... o ideal é que os dois se complementem, tornando a experiência única.

E aí topa tentar algumas??? O clima está perfeito para chamar os amigos e degustar vários vinhos... as comidas, vale desde um churrasco, receitas da vovó, sopa e caldos, risotos e massas, fondue, ou o que você tiver vontade e aqueça o seu estomago e coração....



A influência do clima frio na qualidade do vinho...

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Já se perguntaram por que alguns países produzem vinhos e outros não? Ou por que vinho de alguns países são melhores que de outros?

A resposta pode ser a tecnologia... a cultura ... e o Terroir.

Bem, tecnologia se aprende, cultura se aprende... mas terroir.... conseguimos melhorar, mas impossível mudar o clima de um lugar, correto?

Pois bem, é sobre o frio que resolvi falar hoje. O mesmo frio que atrapalha vários programas, que nos faz pensar nos menos favorecidos (e se puder , por favor, os ajude) tem o seu lado bom. Ou devia falar os seus lados bons... afinal, um prato de risoto ou um prato de massa fica muito melhor com o clima frio, claro que acompanhados de bom vinho.

Vinhedo na região de Champagne

Mas o frio é necessário para algumas plantações, e por vários motivos.

Controlam as pragas, deu para perceber que os chatos , incômodos e hoje em dia perigosos pernilongos sumiram, ou diminuíram bastante.

E algumas plantas nesta época, entram em estado de latência... hibernam, o que é necessário para ter energia para florescer na primavera e produzir melhores frutos, no caso da parreira... ótimas uvas.  Que nas mãos de bons produtores e enólogos se transformam em grandes vinhos.

É nesta época que se faz a poda seca, onde o enólogo e o produtor já direcionam como deve ser a produção do vinhedo de acordo com o vinho que pretendem elaborar.

Como já vimos anteriormente, o vinho começa muito antes da uva chegar a vinícola, e todo cuidado é essencial para um bom resultado final.

Já que o inverno é essencial na produção de bons vinhos, nada mais justo que aproveitarmos brindando com um ótimo vinho.

CHATEAUNEUF DU PAPE...

Um vinho que leva o nome do Papa e que pode ser produzido com 13 variedades de uvas

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O vinho mais conhecido do Vale do Rhône, deve o seu nome a uma residência de verão do Papa. Onde em 1309 o Papa Clemente V  transferiu o Papado de Roma para Avignon por 67 anos.

Provavelmente este acontecimento influenciou a incrementou a produção de vinhos na região, levando uvas que provavelmente não eram locais e especializando as produções.

E sim, são permitidas usar 13 tipos de uvas, o que confere a este vinho uma grande variação de sabores, deixando que o produtor imprima a sua característica. O Château de Beaucastel é um dos poucos que cultivam todas as cepas.

Muitos vinhedos são cobertos por estas pedras... que retêm o calor ajudando no amadurecimento e melhorando o sabor.

Estas 13 cepas são: Grenache, Syrah, Mourvèdre, Cinsaut, Counoise,Vaccarèse, Terret Noir, Muscadin, Bourboulenc, Clairette, Roussanne, Picardan e Picpoul. Apesar de tão vastas possibilidades, a Grenache reina com 75 % da produção. O recente aumento do uso das uvas Syrah e Mourvèdre, atribuíram ao vinho mais estrutura e complexidade.

Só esta informação, já me deixa muito curiosa para degustar vários destes vinhos... você já imaginou fazer uma bebida com 13 ingredientes que se parecem, afinal são uvas, mas cada um com uma característica diferente? Realmente estes franceses são muito especiais no que fazem.

Cada região produz vinhos diferentes e cada região ainda é dividida em sub regiões que imprime a característica a cada vinho. São anos de estudos e cultura para entender cada detalhe desde o solo, a radiação solar, os ventos , as estações do ano e cada tipo de uva.

Os melhores Châteauneuf são de médio corpo, com bouquet de muita fruta vermelha e taninos finos, finalizando com um frescor mineral, e ainda tem boa capacidade de envelhecimento.

Desde 1937 o símbolo acima está nas garrafas de Châteauneuf. Trata se da tiara papal e as chaves cruzadas, que representam as chaves do reino do céu concedida a Pedro, o primeiro Papa, por Jesus.

O Mundo do Vinho é realmente interessante... cada detalhe da história muda toda uma região e faz a produção de vinho ter um grande ícone .

Vamos conhecer mais destas histórias e saborear mais vinhos, conhecendo a característica de cada lugar ?  Chame os amigos, ou aquela pessoa especial... a hora é esta.



Nebbiolo... onde começa o Barolo e o Barbaresco

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Também chamada de Spanna, Prunent e Chiavennasca, a uva Nebbiolo tem origem na região do Piemonte na Itália. E é esta casta que produz dois dos ícones italianos, o Barolo e o Barbaresco.

Apesar de ser uma das últimas espécies de uva a amadurecer, é das que tem a primeira brotação. E além disto tem pouca versatilidade quanto ao terroir, produzindo bons resultados apenas na sua região de origem.

Trata se de um tipo de uva rica em taninos e pobre em coloração. A qual produz vinhos alcoólicos, tânicos , apresentando boa acidez e grande capacidade de envelhecimento.

Mas o resultado quando cultivada em seu terroir, é de um vinho perfeito. Considerado “O Vinho dos Reis e o Rei Dos Vinhos”, o Barolo é o mais famoso vinho elaborado com esta uva, seguido pelo Barbaresco.

O Barolo vinho intenso onde se destacam os aromas de groselha e alcaçuz. Com o envelhecimento os aromas se transformam em buques que lembram o tabaco, couro , alcatrão e frutas negras.

Pode se dizer que a idade só melhora este vinho, com 10 anos os taninos se amaciam e os melhores duram até 20 anos ou mais.

Já o Barbaresco, chamado de “irmão do Barolo”, apresenta taninos mais suaves, lembrando frutas vermelhas.

Este vinho evolui mais rápido , apresentando uma estrutura mais elegante e menos austera que o Barolo.

Um Barbaresco está pronto para ser degustado com 4 ou 5 anos, e o reserva após os 6 anos. Mesmo assim não é aconselhavem deixar passar dos 10 anos, já que sua estrutura não permite o mesmo envelhecimento do Barolo.

São dois ótimos vinhos que combinam com ocasiões diferentes e especiais, cada um com sua característica que os tornam símbolos de seu país.

Com este friozinho... um bom vinho tinto aquece e combina com boa comida e bons amigos.

VINHOS AO MAR

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Vinhos ao Mar – este podia ser o nome de um prato exótico ou mesmo a voz de um marujo assustado com a tragédia de deixar cair algumas garrafas de vinho no mar.... mas, não .

Este é o modo que alguns produtores estão envelhecendo seus vinhos.

Como já aconteceu várias e várias vezes, esta é uma técnica descoberta por acaso... que pelo que já se sabe e ainda vamos descobrir... parece dar certo.

Em 2010 na Finlândia, mergulhadores encontraram de um naufrágio, algumas garrafas de Champagne. Que quando foram abertas estavam perfeitas, inclusive uma delas sendo do século 19.

O Sr. Pierluidge Lugano, produtor de vinho na Italia, também teve esta ideia , quando se deparou com o problema de falta de espaço para envelhecer os seus vinhos.

Os resultados foram tão bons, que vários produtores de lugares diferentes do mundo estão usando esta técnica.

Produtores portugueses do Alentejo, já fizeram e comprovaram a melhoria do sabor e aroma do mesmo vinho que antes eram envelhecidos em adegas.

E em se tratando espumantes, onde o Brasil vem se destacando quanto a qualidade, também um produtor está usando deste conhecimento para melhorar os seu vinho.

A Miolo, é a primeira vinícola brasileira a envelhecer espumantes no fundo do mar.  Já anunciou o seu segundo lote que será o Miolo Cuvée Tradition Branco Brut e ainda revelou que o próximo será o Cuvée Tradition Rosé.  Todos estão e serão colocados no mar da província de Bretagne , na França.

O tempo de “descanso” no mar deve ser de um ano, onde os vinhos se beneficiarão com a escuridão, temperatura, umidade total e pressão constante.

O que esperar destes vinhos? Segundo testes em laboratórios, os vinhos submersos apresentam até 10 vezes mais compostos moleculares, o que são responsáveis pela formação dos aromas e da complexidade dos espumantes, ou seja mais sabores e aromas.

E aí curioso para experimentar uma “obra prima” destas?

Eu estou e assim que tiver mais notícias posto aqui.

Enquanto não ficam prontos e chegam por aqui...

Que tal degustar um novo rótulo hoje?